28 de dez de 2007

Mergulhando

nas férias...



Só volto em um mês...

Assim espero...

Tichaus...

22 de dez de 2007




F E L I Z N A T A L !!!



Entrei no clima!

Coisas da natureza humana...

20 de dez de 2007

Falando a verdade

Final de ano, eu sempre adorei, mas ultimamente, pensem num quipropró.

É aquela coisa maluca dos sentimentos, já normalmente a flor da pele em criaturas esdrúxulas como a que vos fala, enlouquecem por completo.

Chora-se quando a filha-pirralha que brigou com a colega lhe dá um abraço erguendo-a no ar, dizendo ambas "amigas!".

Chora-se ouvindo música ins-tru-men-tal de comercial.

Não se pode ficar só por muito tempo. Dá choro e solidão.

Tem que pegar o telefone para chorar. É foda.

Chora-se por porra nenhuma, eis a verdade.

Para completar, toma-se remédio um dia, cerveja no outro, pensem num lascação.

Só achando graça, definitivamente.

Todo mundo querendo se confraternizar, você também, é das mais animadas.

Ligando o modo FODA-SE. Talvez.

Desculpem o desabafo, mas final de ano, não dá.





!!!!!B U M!!!!!!



Copiando com descaramento mas com créditos...

... algo que me fez bem ler.

Espero que faça bem a mais gente, por isso reproduzo.

"De que outra forma deveríamos amar, se não como se fosse a última vez? Porque o amor é ardiloso e exige dedicação, ardor e entrega para crescer plenamente. De que outra maneira beijar a pessoa amada, se não como se ela fosse a única? Porque o objeto (ou seria o sujeito?) do amor pede devoção e cumplicidade, sob o risco de sentirmos na boca um travo de amargor, rancor e dor. De que outro jeito descansar, se não como um príncipe? Porque nós somos os soberanos das inúmeras realizações diárias que executamos em casa, na escola, na rua ou no trabalho. E se é arroz-e-feijão que se tem para comer, por que não fazê-lo como se fosse o máximo? Não, não é questão de resignar-se com o pouco, mas de ser grato pelo que a vida está oferecendo naquele momento. Festejar a abundância, qualquer um faz. Difícil é enxergar algo onde os outros vêem nada. Tudo isso parece utopia? Pois para mim, são elementos essenciais do prólogo de uma história de vida feliz, que eu procuro escrever todos os dias, uma linha de cada vez. É claro que, em alguns momentos, monossílabos, hiatos, verbos de ligação e pontos finais imperam em parágrafos frios e curtos. Mas há também os capítulos longos, repletos de ditongos, contrações, objetos diretos e indiretos, apostos, parênteses e reticências. Se o final for feliz, melhor. Porque o que interessa mesmo é que o conteúdo dessa escrita seja rico em detalhes e emoções. "

Escrito pelo Demas, do excelente blog Buarqueando, sobre a canção "Construção", do Chico Buarque.

Um bom natal para todos os passantes, ficantes, e para todos os que verdadeiramente amo, de muitas maneiras diversas.

16 de dez de 2007

Filho...




e mãe...





Filho e mãe.






Procês verem que Kaká prossegue.

E que eu existo, diacho.

Não sou feia feito nessa foto, kkk. É meu pior ângulo, digamos. É leseira não mostrar a cara em blog? É né? Bom, agora já foi, assim meio de banda mas foi.

13 de dez de 2007

Interação

Um leitor da Palpi dizia "Num mundo em que a regra é interação cada vez maior..."

Ui, chega deu um calafrio.

Em mim, que interajo tão pouco.

Vai ver é a solução dos meus problemas.

Eu queria ser feito essa música:

"No dia em que eu vim mimbora
minha mãe chorava em ai
minha avó chorava em ui
e eu nem olhava prá trás
"

Quando eu for gente grande vou ser igual a essa música. Por que não sou. Sou essa:

"Amo esta isla, soy del Caribe
jamás podría pisar tierra firme,
porque me inhibe.
"

ou essa

"é como tocar o mesmo violão
e nele compor uma nova canção
"

Sou moto-contínuo.

Você, que música é você?

Negros

Não sou sinceramente adepta da temática Consciência Negra, defesa da minoria negra, cotas para negros.

Não sou adepta de defesa de minorias. É uma antipatia por causas diversas deste calibre, porque filosoficamente, creio, não as considero corretas. Se o princípio é de que somos todos iguais, tratemo-nos todos iguais. Sim, sou boa estudante de Direito (agora mais não, sou uma Bela., concluí o curso, mas ainda não tirei a roupa de estudante!), sei o que é o princípio da igualdade, "tratar igual os iguais, e desigual os desiguais". Isto, porém, não me convence, ainda.

É puramente intuitivo, contudo. Não sou dura, portanto. Sou flexível, convencível. É que ultimamente debates políticos cada vez me interessam menos. Culpa do Lula, também, e da velhice, eu acho.

Por isso, a exceção. Para o moço-propaganda da tropa da Consciência Negra.

Lázaro Ramos.





Aí, negão.

Que acho lindo, que admiro. Não é por ser negro, ou branco, ou cinza. Uma das coisas que me desengacha da causa negra é isto: o excesso. Que eles consideram necessário, pelo que entendo. Por exemplo: chamar alguém de "negão" é racismo. Somos afro-americanos (eu, inclusive, a neguinha aqui). Me poupem. Desconhecem que pode ser expressão de carinho e não de preconceito? Assim como chamar de "galego" (termo muito comum na minha terra para designar gente branca e loura)? Eu hein.

Além do mais, para os defensores da causa todos os negros aparentemente são bons. Ou melhor, deixa eu me corrigir: não se deve diferenciá-los por serem negros. Contudo, eles próprios se diferenciam no momento em que solicitam vagas extras e privilegiadas nas universidades. Por motivos históricos, pelos quais os negros tiveram menos chances de boas condições de vida, logo merecem melhor acesso à educação. Durma-se com tal barulho. Esquizofrênico demais para que eu entenda e compartilhe. Embora seja uma pessoa muitas vezes dual até demais (infelizmente), vai ver que sou eu que não alcanço: não excluo tal possibilidade, é certo.

Mas que eles tem um lindo e maravilhoso garoto-propaganda, isto eles têm. A Taís Araújo que deu sorte.

Ê bicho besta, bicho mulher. Todo esse lelê para dizer que o negão é lindo e maravilhoso. Negão, negão, negão. Viva a nossa raça, viva a nossa cor. Kkkk.

9 de dez de 2007

Domingo

Domingo de manhã, passando pela frente, de repente decidimos entrar.





Hum, fazia tempo que não entrava aqui. Para comprar batinha hippie, bem antes dessa última volta à moda, já finda. Pelo menos uns quinze anos. Casa da Cultura, no centro da cidade.





Lá dentro quase não se ouve português. Italiano, inglês, um sotaque forte saxão e desconhecido. Estranhíssimo. Os ônibus de turismo param na entrada de uma de suas "raios", o nome que se dá a cada um de seus longos corredores. O prédio tem forma de cruz, o que é no mínimo tétrico, considerando que foi por muitos anos um presídio, onde esteve, por exemplo, preso Graciliano Ramos (viram Memórias do Cárcere? Grande filme)





Nas antigas celas funcionam lojas de artesanato. Tudo muito lindo, obviamente. Para turista, obviamente, caríssimo. Mas estou programando uma ida até lá para comprar batinhas hippie, ainda mais baratas ao menos que no shopping. E mais bonitas. Não tirei fotos internas das lojas, que são lindas, porque nem pensei em postá-las no blog, ocorreu-me depois. E como este artesanato aos meus olhos já é tão usual... Não é novidade. Me interessou mais nesta visita a arquitetura do prédio, que eu considero perfeita. Adorava subir as escadas, mas, como vocês podem ver, instalaram ali recentemente elevadores. Tres chic.





Mais fotos. Aproveitem, porque estive lendo não sei onde que a internet em alguns anos sofreram um "bum" pelo excesso de imagens e arquivos que em seus servidores trafegam, de maneira que talvez eu comece a rarear com imagens. A segunda foto tirei a uns dois anos, em um passeio pelo Capibaribe. Foi tirada do rio.





8 de dez de 2007

Dia de Nossa Senhora da Conceição



Rezai por nós, Senhora.

Porque nem só de pão vive o homem.

2 de dez de 2007



Não parece, mas estou aqui!

29 de nov de 2007

Que música...

Linda e triste...

Qual a tal "condição humana" (o que me lembra indefinidamente quando descobri que estou, mera mortal, sujeita a ela, imutável que é, que nos diz quem somos e nos põe em nosso lugar).


"Música
Composição: Liminha / Vanessa da Mata

Nosso sonho
Se perdeu no fio da vida
E eu vou embora
Sem mais feridas
Sem despedidas
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar

Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música

Nossas juras de amor
Já desbotadas
Nossos beijos de outrora
Foram guardados
Nosso mais belo plano
Desperdiçado
Nossa graça e vontade
Derretem na chuva

Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música

Um costume de nós
Fica agarrado
As lembranças, os cheiros.
Dilacerados
Nossa bela história
Está no passado
O amor que me tinhas
Era pouco e se acabou

Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música
"


Pelo menos pode ser bonito.
Beleza é o que sobra de tudo. Por isso a gente tem que reverenciá-la.

Só o que sobra mesmo é portanto a arte. Isso não precisa ser triste. Melhor assim. Talvez seja a resposta que a gente não encontra. Não há vazio.

28 de nov de 2007

Você pendura a guirlanda...



... de repente, o natal chega. Aí você volta a respirar.

Filhota escutando You are the music in me ajuda.

Tomara que chegue para você também.

E fique!

23 de nov de 2007

"Beleza só se tem
quando se acende a lamparina
iluminando a alma
se entende a própria sina"
(Fagner)


A água




O corpo




O nu é belo.




São belos corpos que nos deram.




Fotos de Howard Schatz, para o livro H20.

22 de nov de 2007

Música, sempre música




Seu dia. Da Música.

Se bem que, no Maio todo dia já é.

Youtube não posta mais em blogs.

Fito Paez de presente aos passantes (Luci!) no Dia da Música.

"me gusta estar a un lado del camino
fumando el humo mientras todo pasa
me gusta abrir los ojos y estar vivo
tener que vérmelas con la resaca
entonces navegar se hace preciso
en barcos que se estrellen en la nada
vivir atormentado de sentido
creo que ésta, sí, es la parte mas pesada...
"

Ouça, veja aca

A noite de hoje

"A tristeza é o assunto mais banido da blogosfera, e percebe-se porquê: ninguém está disposto a estar triste em directo e assim acrescentar à sua tristeza o incómodo de ter de responder por ela perante os outros."
(ivan, do blog A Praia)

Verdade.

Deve ser por isso que o Maio é pouco lido, por ser triste. Não é uma queixa, mas uma constatação. Reflete a pessoa. Não que seja sempre triste, mas sou bem misturada. Em geral a hora de falar é a hora que dá tristeza. Normal, de mim.

Tampouco fiz o Maio pensando em ser muito lido, verdade. Gosto de ser lida, claro, e acho ótimos blogs profissionais, que se querem fartamente lidos, mas não é meu caso. Não faço para isso. Não é de mim. Se é bom, se é ruim? Nem uma coisa nem outra, uai.

Que escreva aquilo que talvez quisesse enunciar por voz, é óbvio. Por falta de quem dizer? Talvez. O bom convívio humano exige que não sejamos exigentes demais com os demais. Eu reconheço que sou mental em demasia, quando falo, nem sempre compreendem-me, percebo. Escrevendo é mais fácil.

Permanência, em mim, é mais próprio que volume. Em tudo na vida, de fato. É até excessivo, o sentido de permanência, e nem sempre bom.

Estava procurando a Mafalda que queria quando achei a frase inicial do post. Luva!

O grande problema da tristeza é que ela é espaçosa demais. Adere às noites e à pele. Daí necessário espantá-la, é muito gulosa.

A Mafalda que ficou foi essa.





Bah!

Viva a Mafalda.

Pronto. Daí melhoro.

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Estou muitíssimo atrasada, é fato, mas agora que estou lendo HP7. Pois não li em inglês, sem tempo. E estou achando bem estranho. Beeeeeeem adulto, desaconselhado para menores! Mas a pequena tá lendo... Breve resenha no Panela.

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Não tenho que escrever hoje. Só passando. O tempo.

15 de nov de 2007

Maravalhas, digo, Maravilhas. De Pernambuco.

"O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
"
(O Guardado de Rebanhos - X
Fernando Pessoa - Poemas de Alberto Caeiro)



O JC lançou a campanha As 7 Maravilhas de Pernambuco, que é uma bela idéia para se divulgar as belezas deste "meu rio", fomentando uma forma de se ganhar dinheiro que é para mim das mais justas, agradáveis e excelentes idéias de se ser capitalista, o turismo. Divulgo aqui, contudo, principalmente não só por isto... mas por amor a terrinha!

Votem, mesmo que não conheçam, que eu dou certificado de garantia! :-)

Minhas dicas?

Votei em :

Noronha
Bairro do Recife Antigo
Praia dos Carneiros
Santuário de Cimbres
Pontes do Recife
Feira de Caruaru
Olinda

Mas votaria sem pesar algum ainda nos dois indicados Brennand (Oficina e Instituto), no Mercado de São José (retrato do Recife e seu povo!), nas Cachoeiras de Bonito, Casa da Cultura (minha adolescência!), e Praia de Boa Viagem (a melhor praia urbana do mundo, kkk! Melhor que as do Rio, Jôka, pois aqui o banho é uótimo, a água é quente!)

Não sei porque não incluiram a Rua da Aurora.



Fonte: Volunteer Brazil

Bom dia IX


Imagem captada aqui.


Adormeço com boêmios,
desperto com bem-te-vis.
Os postes ainda brilham amarelamente
suas luzes frias contra o cinza dia vindo.
Casais despedem-se do amor.
Meninos dormem em cantos menores.
Toca a canção,
gotas cantam sobre o jardim.
Pisca o semáforo
atrás da folhagem.
Vermelho.
Amarelo
Verde: bom dia.

13 de nov de 2007

Quem não cria, lê

Li este artigo do Alessando Martins, que considerei, no mínimo, bastante esclarecedor sobre coisitas que blogueiras fubecas como eu deveriam no mínimo (ops) saber o que é para dizerem que possuem um blog! "5 coisas que blogueiros ensinam aos jornalistas". Poderia ainda chamar-se (o artigo) "5 coisas que blogueiros ensinam a projetos de blogueiros". Coisas como del.icio.us, agregadores de feed(!).

Disse o que o post do Alessandro Martins era no mínimo, mas não disse o que era no máximo: um excelente post. Na verdade é um excelente blog. Adorei. Virei fã de carteirinha.

Já já vou ler o outro post. "5 coisas que jornalistas ensinam a blogueiros". A espécime necessita evoluir!

Como cheguei ao Alessandro Martins?

Lendo sobre a celeuma entre jornalistas e blogueiros em blogs diversos. Por exemplo no Inagaki.

Hum, assunto para jornalistas.

Mas eu sou assumidamente uma jornalista frustrada e nos dias em que pretendo divertir-me um tanto na rede me interesso por esse assuntos. Humpf.

Este tipo de virtualidade é mais saudável que assumir um personagem (a-va-tar, aprende, monstra) do sexo oposto, ruivo e alienígena para jogar online. Assumir sim, não meramente criar e usar. Ah, eu li sobre isto no Especial Tecnologia da Veja (Agosto/2007).

8 de nov de 2007

Dia 8

A morte aproxima os afastados. É um movimento novo na rotina dos dias. Por medo, talvez: recordamo-nos que a morte virá para todos. Ou talvez seja lembrança. Somos criaturas sem fé e memória. Lembramos dos que se foram, os cuidados vêm. A vida é exigente. Não cabe lembrar-mo-nos um dos outros sempre, no vasto universo dos que passam. Daí vem uma foto que ficará na retina por muitos e muitos dias. Talvez por isto valha a pena viver a vida sem perdas. Buscando seu sumo e trazendo para si os que se quer bem. Tendo apreço, carinho, delicadeza, suavidade. Se eu não posso te ver sempre, que ao ver-te seja gentil, alegre, zeloso da tua presença. Que eu jamais erga para ti a voz alta das minhas torturas íntimas, de meus traumas irremediáveis, de minhas frustrações legítimas, mas minhas, não suas.



Saudades dos saraus em que você cantava assim:

"Oh! tristeza me desculpe
Estou de malas prontas
Hoje a poesia
Veio ao meu encontro
Já raiou o dia
Vamos viajar.
Vamos indo de carona
Na garupa leve
Do vento macio
Que vem caminhando
Desde muito longe
Lá do fim do mar.

Vamos visitar a estrela
Da manhã raiada
Que pensei perdida,
Pela madrugada
Mas que vai escondida
Querendo brincar.
Senta nessa nuvem clara,
Minha poesia,
Anda se prepara,
Traz uma cantiga
Vamos espalhando
Música no ar.

Olha quantas aves brancas,
Minha poesia
Dançam nossa valsa,
Pelo céu que o dia
Faz todo bordado
De raio de sol.
Oh! Poesia me ajude,
Vou colher avencas
Lírios, rosas, dálias
Pelos campos verdes
Que você batiza
De jardins do céu.

Mas pode ficar tranqüila,
Minha poesia,
Pois nós voltaremos
Numa estrela guia
Num clarão de lua
Quando serenar.
Ou talvez até quem sabe,
Nós só voltaremos
No cavalo baio
No alazão da noite
Cujo o nome é raio,
Raio de luar."

(Viagem - João de Aquino/Paulo César Pinheiro)

7 de nov de 2007

Vê aí se és sabido

.

Tirei daqui. Café Preto.

Eu? Sou muito inteligeeeeeeeeeente...

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Continuo de mau-humor. Continuo me achando insuportável. A última das criaturas terrenas. A mais esquecida, a menos lembrada. "TI-PI-EME".

Vou falar bastante sobre prá ver se sai.

6 de nov de 2007

Os sentimentos
são seres nus que enredam seus corpos lisos entre trevas cultivadas.
Ciúme e ira se tocam, perversamente.
Amor e ódio envolvem-se em carícias contínuas,
inocentes.
A mentira, a verdade, mescladas, semeam dor.
Um mesmo turbilhão te cega.
Palavras são inúteis: não dizem nada.


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Às vezes chego num ponto tal de chatidão que nem eu mesmo me suporto. A única coisa que aprecio nesses momentos é que gosto do que escrevo. Aí eu melhoro.

Humpf, humpf, humpf.

Melhora, coisa (porque é muito fácil ser insuportável).

Entender o mundo não leva a nada. Melhor ver fotos antigas da Sandra Bréa. Uma mulher do tempo em que não havia silicone, botox e lipo. Nem malhação! Não colo o link das fotos por pudor, vocês que as procurem no São Google, humpf. O Maio não é De Utilidade Pública!

Vai aí só uma fotinha para fazer graça.


4 de nov de 2007

Notícias do Brasil

O Maio anda chato, vazio e sem canções novas sequer (salvo os livros na cabeceira que incluí na barra lateral), mas sua dona não. Não é preguiça. Digamos que é no aguardo de inspiração.

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Amanhã defesa da mono. Desejem-me sorte. Um tantinho fará bem.

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Cliquem na imagem que tem de onde veio (ela é minha amiga, divulgo com prazer - foi na Palpi). Lá, tem de onde veio. Vamos falar de direitos autorais (um tema chato, eu acho). Quem começou a blogar com este selo acima? Quem teve a idéia? Difícil!

Quem quiser salvaguardar seus direitos autorais, que ponha na imagem, se é que algum juiz consideraria isso suficiente numa briga verdadeira(kkkkkkkkkkkkk). Ok, ok, imagens na internet são protegidas por direitos autorais. Apenas agradeceria ser informada sobre a forma de controle destes supostos direitos autorais. Há registro? Quem me garante que todos que se arvoram em proprietários de imagens e textos o são de fato? Quem controla isso? Direitos são facas de dois gumes, aprendam, meros mortais que assim mereçam sem nomeados.

Outro dia coloquei o selo "Gentileza gera Gentileza" ao lado. Já o vi em outros blogs. Nem ligo. Eu o copiei de uma página sobre o Profeta Gentileza, a arte é dele próprio. A idéia de usá-lo como selo creio ter sido minha. Não tenho certeza. Difícil ter certeza neste ambiente dos blogs. E aí, como ficamos? Não ficamos. Aqui no Maio há poemas meus, de minha autoria. Corro o risco ver um livro de fulaninho(a) com os pobres poemas ali contidos? Corro. Não fiz nada para protegê-los. Estão na internet, um ambiente livre, sim, com direitos autorais protegidos por lei, mas direito necessita de prova, jamais esqueçam. E olha: no dia que eu quiser fazer qualquer coisa seriamente, não será num blog que eu postarei. Sorry. Conselho se dá, ouve quem quer.

Ademais, cá entre nós, caros colegas, vamos nos proteger de quem realmente oferece perigo, kkkk, não desta modesta blogueira que vos fala.

Resumidamente, pois: alguns acontecimentos para mim apenas esboçam um sinal de explícita grosseira insensata. Com a qual já perdi tempo em demasia. Me poupem. Não é por isso que tenho escrito pouco.

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A propósito: gostei deste cartaz, mas não gostei de outros que constam no site indicado no selo. Entrem por própria conta e risco e avaliem. Tirem suas conclusões.

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Vamos falar de gentileza porque GENTILEZA GERA GENTILEZA e VIOLÊNCIA GERA VIOLÊNCIA.

Cliquem e saibam o que é Gentileza. Sei lá, se quiserem, que quem tem filho barbado é gato. Humpf. :-P.

28 de out de 2007

Cercada de Fito Paez...

... por muitos e muitos lados ...




En un café se vieron por casualidad
cansados en el alma de tanto andar
ella tenía un clavel en la mano.
El se acercó y la preguntó si andaba bien
llegaba a la ventana en puntas de pie
y la llevó a caminar por Corrientes.

Miren todos, ellos solos
pueden más que el amor
y son más fuertes que el Olimpo.
Se escondieron en el centro
y en el baño de un bar sellaron todo con un beso.

Durante un mes vendieron rosas en "La Paz"
presiento que no importaba nada más
y entre los dos juntaban algo.

No sé por qué pero jamás los volví a ver
él carga con 11 y ella con 6
y se reía, el le daba la luna.

Miren todos, ellos solos
pueden más que el amor
y son más fuertes que el Olimpo.
Se escondieron en el centro
y en el baño de un bar sellaron todo con un beso.

(11 y 6 - Fito Paez)




Meu romantismo piegas e brega é algo definitivo. E sem jeito.

Não se deve lutar contra a natureza.

24 de out de 2007

Quereres

Quero não ser violada,
não ser agredida,
não ser usurpada.
Quero ir e vir como deseje.
Quero apenas coisas simples como vêem.
Ser reconhecida pelo que faço.
Um jardim simples para cultivar.
É bem pouco o que peço.
Quero não precisar pedir o que tantos necessitam buscar:
saciar o corpo de alimento e água,
a cama, o teto, de abrigar,
a pele de vestir.
O mais difícil, eu até quero também, como é notório -
meus amigos,
meus quereres,
minha estrela,
minha estrada,
algumas quimeras que aqueçam a alma,
um tanto de sinceridade.
Já quis mais - sempre se quer na juventude -
um mundo mais amplo, mais claro, humano.
Quero ainda -
mas não quero mais com o vigor necessário.
Fui vencida,
eu confesso.
Sou fraca e não sou patética, dispenso demagogias.




Ontem, perto das 18:30h, estacionava próximo ao Parque da Jaqueira quando roubaram meu carro. Eu estava dentro dele, de cabeça baixa, ajeitando o tênis antes de ir caminhar na praça - fiz uma rotina que já repeti milhares de ocasiões. Estacionei no mesmo lugar de sempre - uma das quatro últimas vagas à direita de quem chega ao Parque da Jaqueira pela Rua Simão Mendes. Ouvi um barulho forte do lado direito, olhei, um homem alto, moreno e forte, de capacete de motoqueiro e jaqueta preta batia no vidro com uma grande pistola prateada. Levei dois segundos - um para entender, outro para pensar em ir embora (o carro ainda estava ligado) e desistir - antes de abrir a porta e descer, cedendo-lhe o carro. A chave ficou na ignição. Enquanto me levantava, peguei o celular que estava no banco do carona, ele tomou de minha mão, abrindo-a. "Fique calmo, eu dou", ele disse. "Eu estou calmo", ele respondeu.

Foi rápido, eficiente, projetado. Ele levou o carro e seu comparsa ficou na moto observando-me atravessar a rua, meio tonta. Fui embora e ele continuou lá.

Eram dois homens em uma ação comum, foi este meu sentimento. Eu era a única que estava sem o roteiro e minhas falas da peça. Ou não.

A foto acima extraí do blog PEBodyCount. Trata-se do projeto Marcas da Violência, "que consiste em marcar - com tinta vermelha a imagem de um corpo com a palavra "BASTA" - todos os locais de homicídios do Recife. Já são mais de 30 marcas por todas as regiões (Sul, Norte, Oeste e Centro) da capital."

Não me ocorreu nada fisicamente, felizmente. Mas enfim, havia uma arma em cena - e muitas coisas poderiam haver acontecido, é fato, e felizmente não aconteceram.

21 de out de 2007

Uma versão mais light...

do meu coração alvirubro - cliquem, corinthianos e rebro-negros, garanto que pela arte vale a pena...

Quer dançar?

Vilmetes: vocês querem dançar? (Sorry baby, amigos amigos, futebol à parte... kkk)



Falar nisso, cadê a coisa, Kênia Kenia(!)? Que houve, fia?

17 de out de 2007

Vício indiscutível

Frase do dia 1: "Me ame quando eu menos merecer, pois é quando eu mais preciso." Provérbio oriental.

Lido aqui. Muito lindo. Sem razão aparente.


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Frase do dia 1: "A curiosidade matou o gato". Matou, matou, matou. Com razão aparente.


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Fal voltou. Blogueira porreta. Adoro sua sinceridade. Adoro sinceridade:


"Bicheca linda do meu colação. Eu não conheço o seu gatinho. E só posso dar conselho do que já vi e vivi. Então me ouve sem ficar com raiva de mim? Lindona, existe a enorme possibilidade dele não te querer. Não é que ele não queira um relacionamento. Ele não quer um relacionamento com vc. Assim ó, que ele não queira casar, ter filhos, hipoteca e comprar um papagaio, vá lá. Tia Fal também não quer. Mas ele não quer carinho, beijo na boca e pés quentinhos encostadinhos nos dele? Rá. Faz assim, ó, titia também acha isso dificílimo, mas é uma questã de treino e cacentração: suma. Se ele quiser te ver, ele vai ter que te convidar. Se ele quiser te ler, ele tem que mandar o zé maiou. Se ele quiser te ouvir, ele tem que ligar. E se não aparecer convite, ligação, zé maiou, amore, ele não te quer. E não, ele não te adora. Salte de banda, homem assim é a maior roubada do século, em qualquer século do milênio. Pinte a cabela, faça aula de javanês, vá viver. E não, eu não vou dizer que o cara que te dá valor vai aparecer, pq no mais das vezes ele não aparecem. Qts amigas mais lindas e inteligentes e espertas que eu tão suzinhas? Montes. Vá lá que ser mais linda e esperta e inteligente que eu não é grandes coisas, mas vc entendeu. A vida não é um filme da Doris Day. É bem provavél que não apareça ninguém. Mas esse cara, seja lá o que for, é roubada, pq beiba, ele não te quer. Se ele te quiser ele vem atrás, quilida. Mas, experiência própria, não fique esperando. Provavelmente ele não vem. Blé."


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Os problemas da vida são todos muito simples. Salvo os relativos à falta de saúde ou falta de recursos. O resto é pilhéria. Enganações da mente. O inferno é a mente, na verdade. Não os outros.

A minha está uótima, obrigada.

15 de out de 2007

Via embratel

Nóis direto do celular.

Só não sei postar direto para o Maio!



Pintura!




O Auto da Compadecida (Cabaceiras-PB)!

12 de out de 2007

Da noite - tudo ao mesmo tempo agora

Não sei se já contei por aqui: adoro programa de culinária. É meu lado mulézinha talvez que fale mais alto, ou é mera frustração, já que sou frustradíssima com meus dotes culinários. Um dia ainda faço um curso de gastronomia e viro chef, garanto.

É também porque adoro comer, um mal que considero sinceramente invencível. Pretendo apenas que ele seja controlável (na verdade já é uma necessidade!)

Pois então, adoro ver pessoas cozinhando.

Minha última mania na TV são os programas que passam na GNT com o Jamie Oliver. Ó, senhor, eu babo assisto as guloseimas SEMPRE AS MAIS ENGORDANTES POSSÍVEIS que esse rapaz prepara. Passa todo dia em horários (o que é um problema para mim, nunca são os mesmo horários), muitas vezes as 21h. O rapazinho é o do livro aí abaixo. Hum, agora eu quero o Jamie Oliver At Home, mas acho que ainda não tem em português...

Ainda estou atrás de uma receira de caneloni de brócolis que aprendi em um programa dele. Vou fazer quando achar, juro.





Agora descobri os Vídeos do MSN da série O Minimalista. Bom, muito bom. Pena que o vídeo sobre Paella está bichado, humpf.


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Triste, claro.

Isso aqui, com ele, é jóia. Leitura de trecho de "Notícias Amorosas", Drummond.

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Ouvindo os funks de Tropa de Elite. Todos muito bons. Só parei para a voz do Autran.

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A ver:

Dona Pfeifer

.
(já em cartaz)

Dona Jolie

height="295">
(em novembro)

Viu, Lu? Neil Gailman na cabeça.

Mistérios não mais Mistério!

Faz um tempo, postei por aqui indagando sobre essa música.

Aliás, postei duas vezes!


"O maior mistério é haver mistérios
ai de mim, senhora natureza humana
olhar as coisas como são, quem dera
e apreciar o simples que de tudo emana
nem tanto pelo encanto da palavra
mais pela beleza de se ter a fala.
"


Era um verdadeiro mistério.
Pois enfim, por acaso, descobri quem canta e confirmei a autoria da canção.
Como previra, é do Renato Teixeira
Na suave voz de Tavito.

Achei por acaso, catucando seu site oficial. O disco é esse:




Por coisas assim é que amo a internet.

A saga completa aqui.

Mais uma prova de que na vida tudo sempre vem.

O Hino


A lembrança nunca se vai, alguns sentimentos são para sempre e estamos mesmo ficando velhos, cacete...

Crianças é o que nunca deixaremos de ser.

Então hoje também é nosso dia. Eu quero presente.

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Recordando, eu conheci essas duas figuras na Livraria Cultura. Na tarde de autógrafos do Zé. Comprei o livro, fui apresentada ao Tavito, mas fiquei com cara de bocó, como era de se esperar (a Apá sabe, kkkk). Quem nasce para ser fã morre para isso, fazer o quê...

Depois da tempestade...




... vem a calmaria...





Veio...


Acabei a mono. Foram 8 meses, mas afinal, foi parida! Agora pernas pro ar que ninguém é de ferro, eu muito menos...

8 de out de 2007

O belo vale a quimera,
o belo vale a espera,
o belo vale o repouso.

O belo vale o agito,
o salto, o precipício,
o belo traduz o gozo.

Não está no corpo o belo,
não está na nuca fria,
tem espessura de pêlos,
está na alma dos dedos,
no segredo da meninas,
nas frutas imersas em olhos negros...




7 de out de 2007

Casamento





"Há mulheres que dizem:
Meu marido, se quiser pescar, pesque,
mas que limpe os peixes.
Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.
É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,
de vez em quando os cotovelos se esbarram,
ele fala coisas como 'este foi difícil'
'prateou no ar dando rabanadas'
e faz o gesto com a mão.

O silêncio de quando nos vimos a primeira vez
atravessa a cozinha como um rio profundo.
Por fim, os peixes na travessa,
vamos dormir.
Coisas prateadas espocam:
somos noivo e noiva.
"
(Adélia Prado, para meu amor)

6 de out de 2007

Aqui e Agora

Sempre adorei essa.

Ela vale por si só, sem precisar fazer sentido. Ela é o "melhor lugar do mundo".
A música por si.



Captada aqui.


"O melhor lugar do mundo é aqui e agora
O melhor lugar do mundo é aqui e agora

Aqui, onde indefinido
Agora, que é quase quando
Quando ser leve ou pesado
Deixa de fazer sentido

Aqui, onde o olho mira
Agora, que o ouvido escuta
O tempo, que a voz não fala
Mas que o coração tributa

O melhor lugar do mundo é aqui e agora
O melhor lugar do mundo é aqui e agora

Aqui, onde a cor é clara
Agora, que é tudo escuro
Viver em Guadalajara
Dentro de um figo maduro

Aqui, longe, em Nova Deli
Agora, sete, oito ou nove
Sentir é questão de pele
Amor é tudo que move

O melhor lugar do mundo é aqui e agora
O melhor lugar do mundo é aqui e agora

Aqui perto passa um rio
Agora eu vi um lagarto
Morrer deve ser tão frio
Quanto na hora do parto

Aqui, fora de perigo
Agora, dentro de instantes
Depois de tudo que eu digo
Muito embora muito antes

O melhor lugar do mundo é aqui e agora
O melhor lugar do mundo é aqui e agora
"



Pausazinha relax da mono.
Nem todos entendem essa necessidade. Paciência.

3 de out de 2007

O Teatro Mágico - Ana e o Mar



Tentando fazer o Maio inaugurar no Youtube, num tá funcionando!

Segunda tentativa!

Gamei (que coisa velha, senhor...)

Amanhã na terrinha!

Eu vou!

30 de set de 2007

Sobre Paraíso Tropical, ainda

Que vestido era aquele de Bebel sendo perseguida pela polícia em Copacabana?



Uau!

Aquilo sim é ser perseguida em grande estilo.

Adorei a Bebel na CPI. Fechou.

Prá não dizerem q só penso em novela, uma homenagem a Bebel. Fora do seu tom, mas tudo bem. É do Tom.

"Pra que tentar mais uma vez,
Pra que lembrar aquela vez
O que você Bebel me fez,
Como esquecer aquela vez,
Bebel, Bebel
Bebel você é muito mais do que,
Eu já sonhei e até,
Até pensei me apaixonar
Porque você, sorrindo,
É muito mais que lin...do
Mas é bonita mesmo,
É uma beleza,
Força da natureza
Bebel encostada no muro,
Sonhando no escuro,
À luz do luar
Bebel esta coisa mais louca,
Esse beijo na boca,
Que eu vou te dar
Você vai sonhar,
Vai se apaixonar,
Você vai chorar
Não chora Bel,
Não chora Bebel,
Não chora, não chora,
Não chora, não Bebel, Bebel
Mas é bonita mesmo,
É uma beleza,
Força da natureza
Bebel de cabelo molhado,
Escorrido lavado,
Nessas ondas de um mar de sul
Bebel que se volta de lado,
E me encara com olhos,
De inesperado azul
Você vai sonhar,
Vai se apaixonar,
Você vai chorar
Não chora José, não chora Zé,
Não chora, não chora,
Não chora, Bebel...
"

29 de set de 2007

Não tem jeito...

... Wagner Moura é o cara.





E é lindo, concordam? Pior que não recordo dele na apresentação de "A Máquina". Acho que só estavam o Wagner Britcha e o Lázaro Ramos. Um pena.




(Essa revista TPM exagera, afe. As fotos são de sua esposa, a fotógrafa Sandra Salgado)

É o cara.

Matou Taís e morreu bem prá caramba na cena trágica de final do novelão das 8.

Além do mais, ele já avisou, "num vai subir ninguém" nalgumas favelas do Rio, só ele comandando o Bope, kkkkk.

Foi dia de tragédia na teledramaturgia brasileira, a Eva "Mader" das 6 ficou cega e voltou a ver no mesmo capítulo, depois de ver a filha. Boooooaaaa. Foi psi-có-lo-gi-co.
Ela estava péssima na cena, adianto. Ela não vai ser a futura Glória Pires da Grobo, tenho certeza.

O Dr. bonzinho tá tentando matá-la ou é impressão minha? Não vejo o folhetim.

Agora vamos a mono.

26 de set de 2007

Pensamento do Dia



Nada como erguer-se pelas próprias pernas. O sabor do obter é diferente. Não interessa se o contexto é adverso, e que quem você espera que enxergue teu sucesso não enxergue. Provavelmente é você que cria expectativas em demasia a sua volta.

A experiência deve ser vivenciada na solidão, de fato, como se faz com um vinho (que não precisa ser dos melhores, ao menos para mim), de uma garrafa que de noite a gente tira da geladeira e toma um copo, ah, que delícia.

Mas às vezes faz falta falar como está sendo bom. Paciência. "Folhas, paciência e longas raízes".

Expectativa é uma palavra que eu detesto por razões diversas. Minhas. Um dia eu me livro dela, quando for "uma árvore velha, com mais de mil anos". Sem coração. "Somente folhas não, folhas, paciência e longas raízes".

Todo mundo pelo menos uma vez na vida deveria passar pela sensação de cair e levantar, sozinho, para saber o que realmente importa na vida.

Acho que o sentido disso tudo está na palavra dignidade. Que é algo que todo mundo pode sempre aprender.

23 de set de 2007

A foto do dia. A canção do dia.




A navegar
a trinta nós
recuem barracudas
aqui vamos nós!

Salvamos medusas ou os siris
Ou bicho maior!
(Mas de cauda bem menor!)

(...)

Nós enfrentamos qualquer vilão
mesmo sem armas
saímos na mão!
Quem precisar
vai nos chamar
e a qualquer hora!
(Eu posso ir embora?)

(...)

Vencemos aqui qualquer valentão
Rachamos ao meio até o LEÃO
A luta é feroz!
(É fácil prá nós!)

(Trechos da canção Valente Dupla Tip e Dash, do Do filme da Disney A Pequena Sereia 2, que devo ter assistido umas 500 vezes entre os anos de 2000 a 2003... Filhos... )


UPDATE :Vilmetes disse: estou com medo do rebaixamento!
Eu digo: disso eu entendo, não temas. Nossa amizade é tudo, contudo: não sei se posso torcer pelo Corinthias sábado, preciso consultar meus alfarrábios! Confesso que sou péssima em cálculos futebolísticos, e esta tabela está muito embolada!
Porém, uma mensagem de paz: Vilmetes, o campeonato só acaba quando termina, tu num sabia não? Alvirubras saudações!

21 de set de 2007

Meu Amor


Konrad von Altstetten. Colhido aqui.

É maduro o nosso amor, não moderno
Fruto de alegria e dor, céu e inferno
Tão vivido o nosso amor, convivência
De felicidade e paciência... é tão bom
O nosso amor comum é diverso, divertido
Mesmo até paraíso
Para quem conhece bem os caminhos do amor
Seu vai-e-vem, quem conhece?
Saboroso é o nosso amor, fruta boa
Coração é o quintal da pessoa
É gostoso o nosso amor, renovado é o nosso amor
Saboroso é o amor, madurado de carinho
É pequeno o nosso amor, tão diário
É imenso o nosso amor, não eterno
É brinquedo o nosso amor, é mistério
Coisa séria mais feliz desta vida.


(Fruta Boa - Mlton Nascimento/Fernando Brant)


Pega Um Pega Geral

Tenha coragem e assista. Pirata mesmo. Porque a vida imita a arte que imita a vida que imita a ar...



Osso duro de roer.

Me pegou.

18 de set de 2007

Frase do Dia 2

Quem gosta de tristeza é o diabo!
(A Compadecida, em O Auto da Compadecida, o filme)