1 de jul de 2008

Da tarde

Eita, cidadão, fazia uma data que não me via numa tarde de terça-feira tão livre até mesmo para estar postando por aqui.

Livre, livre, livre. Para escrever abobrinha sem culpa. Aleluia irmão.

Não é férias, mas é quase.

Afinal,
após 14 anos em um determinado posto de trabalho inaguentável (mudei, mudei, mudei, "como é bom mudar!", cantava a brisa);
6 anos de faculdade;
5 meses assombrada pela 'tal da oab' (o resultado não saiu, mas, ah... dane-se!)

parece que tiraram uma "coisa" das minhas costas...

Ui, sai prá lá tribufu...


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Viram esse?





Nossa, adorei... Deu até vontade de comprar, vixe...


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Pergunta-se: amora miúda emagrece?


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Ultimamente tenho chegado a umas conclusões positivas sobre a criatura que sou. Por exemplo: sou irresponsável. Posso ser. Sei ser. Dá prá ser um pouquinho, de vez em quando. Ninguém vai morrer, se eu for. O mundo não vai se acabar, nem vai voltar a existir esquerda, se eu for.

Eu nem estou sendo. Mas enfim, este post é a cara desta nova idéia. O mundo é bom, Sebastião. Argh.

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