17 de set de 2008

Coisinhas desse bicho na minha frente - o micro

Para gente devagar como eu, acerca da mula vai uma dica - atirar para todos os lados. Muito. Isso. Em claro português: se quer baixar algo no Emule, bote para baixar tudo que aparecer na frente. Claro que esta é uma ação de risco, mas se não deseja risco saia do Emule agora.


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E já que estou falando disso, caso alguém tenha por acaso Brasileiramente Linda do Belchior favor enviar para o maio26@gmail.com. Tento a muitos séculos e séculos amém obter esta na mula, mas tá difícil. Acabei de dar uma saraivada por lá mas sei não...

Update - Não mais necessário, a mula cumpriu sua função. Isso muitas vezes ocorre comigo, quando expresso desejos por pequenas soluções, elas surgem. Do nada. É legal. Pena não ser assim com as grandes também, mas não se pode ter tudo, fazer o quê?


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Nestas paragens do informatiquês, todos os dias pipocam siglas, nomenclaturas curiosas, algumas ameaçadoras. Para gente preguiçosa como eu, principalmente, de maneira que em geral passo ao largo das criaturas. Sabe aquele movimento assemelhado ao de fazer que não viu na rua um desafeto? Algo assim. Contudo, como a toda regra corresponde uma exceção, por uma razão misteriosa entrei neste link e descobri que, afinal, O3B não é uma nova tecnologia de absorventes íntimos internos, senhores, mas sim uma constelação de satélites que a Google pretende lançar a partir de 2010. Prumode "trazer acesso à Internet para aquelas partes do mundo que precisam mais." Como por exemplo a África, está lá no texto. Pois sim, quanta generosidade.

(Acordei ácida, deu para perceber? Tipieme. In english, por favor.)

As duas críticas a que me remete a notícia são: porque não investem num plano de diminuir a fome e a miséria naquele continente? Infomação na internet tem gosto de quê?

Segunda crítica: ninguém se apercebe dos males desta tal globalização? Afinal, não precisa raciocinar demais para entender isto, basta escutar a CBN nesta semana de quebradeira de bancos (leia-se Lehman), e bolsas (de valores) todas na mesma correnteza. Não é assim a ladainha? "Eu te emprestei dinheiro, tu quebrou, tu não me pagas! E eu devo a seu Zezinho da esquina! Que deve a Seu Joaquim do Pinto Torto! Ó céus! Acabou-se a economia mundial!"

Ok, ok, muito boa a conversinha mas vou ali fazer uns exercícios ortópticos. Hasta la vista.

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