13 de ago de 2008

Quarta-feira, 13

Tenho um amigo, grande amigo, morando em BSB a algum tempo (quanto tempo mesmo faz?), isso depois de ter passado dois anos nas Oropa. De meses em meses ele volta e tentamos marcar um encontro - grupo de 5 pessoas - e nunca dá certo. As agendas nunca batem.

Uma pode de noite, não de dia.

Outra pode almoçar, não jantar.

Outra pode aqui, mas ali não.

Via de regra, a criatura aqui em alguns contatos busca o denominador comum impossível, até que ploft: o saquinho enche geral, obrigando ao uso daquele expediente mais extremo de todos, ou seja, combinar com o amigo que tá fora e quem puder que compareça. Se o horário é o melhor para mim? Claro que é! Me deixaram secretariar porque quiseram, :-P.

Sou uma megera?


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Filmes mais recentes na videoteca: O Bom Ano, com Russell Crowe e, adivinhem quem? Marion Cottilard, sim Piaf. Que nem está estes balaios todos neste, faça-se constar. O filme também não é exatamente uma Brastemp, embora divertido e gostoso de assistir, só porque se passa na França e tem um item especial: a trilha sonora. Essa musiquinha de fundo aqui é dele.



É isto, estes cineastas definitivamente me enrolam com trilha sonora boa.

O outro foi, pasmem, A Guerra dos Mundos (sem link, né? Não precisa). Na Grobo, me fazendo de boba, Tela Quente. Talvez porque não assista filme de terror e raramente ficção científica, fiquei encantada com a mistura. Muito, muito esquisito. Que trash aquelas plantas de raízes vermelhas, e as naves espaciais explodindo em sangue, divertidíssimo. Salve, salve, Spielberg!

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