15 de nov. de 2016

"as mentiras de amor não deixam cicatrizes"


29 de jun. de 2016

O que o amor quer mesmo, de verdade? O amor quer decifrar o Outro. E ao mesmo tempo devorar.

És um senhor tão bonito
Quanto a cara do meu filho
Tempo, tempo, tempo, tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo, tempo, tempo, tempo

Compositor de destinos
Tambor de todos os ritmos
Tempo, tempo, tempo, tempo
Entro num acordo contigo
Tempo, tempo, tempo, tempo

Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Tempo, tempo, tempo, tempo
És um dos deuses mais lindos
Tempo, tempo, tempo, tempo

Que sejas ainda mais vivo
No som do meu estribilho
Tempo, tempo, tempo, tempo
Ouve bem o que te digo
Tempo, tempo, tempo, tempo

Peço-te o prazer legítimo
E o movimento preciso
Tempo, tempo, tempo, tempo
Quando o tempo for propício
Tempo, tempo, tempo, tempo

De modo que o meu espírito
Ganhe um brilho definido
Tempo, tempo, tempo, tempo
E eu espalhe benefícios
Tempo, tempo, tempo, tempo

O que usaremos pra isso
Fica guardado em sigilo
Tempo, tempo, tempo, tempo
Apenas contigo e comigo
Tempo, tempo, tempo, tempo

E quando eu tiver saído
Para fora do teu círculo
Tempo, tempo, tempo, tempo
Não serei nem terás sido
Tempo, tempo, tempo, tempo

Ainda assim acredito
Ser possível reunirmo-nos
Tempo, tempo, tempo, tempo
Num outro nível de vínculo
Tempo, tempo, tempo, tempo

Portanto, peço-te aquilo
E te ofereço elogios
Tempo, tempo, tempo, tempo
Nas rimas do meu estilo
Tempo, tempo, tempo, tempo

27 de mar. de 2016

"Quando você for convidado pra subir no adro
Da fundação casa de Jorge Amado
Pra ver do alto a fila de soldados, quase todos pretos
Dando porrada na nuca de malandros pretos
De ladrões mulatos e outros quase brancos
Tratados como pretos
Só pra mostrar aos outros quase pretos
(E são quase todos pretos)
Como é que pretos, pobres e mulatos
E quase brancos quase pretos de tão pobres são tratados
E não importa se os olhos do mundo inteiro
Possam estar por um momento voltados para o largo
Onde os escravos eram castigados
E hoje um batuque, um batuque
Com a pureza de meninos uniformizados de escola secundária
Em dia de parada
E a grandeza épica de um povo em formação
Nos atrai, nos deslumbra e estimula
Não importa nada:
Nem o traço do sobrado
Nem a lente do fantástico,
Nem o disco de Paul Simon
Ninguém, ninguém é cidadão
Se você for ver a festa do pelô, e se você não for
Pense no Haiti, reze pelo...
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui
E na TV se você vir um deputado em pânico mal dissimulado
Diante de qualquer, mas qualquer mesmo, qualquer, qualquer
Plano de educação que pareça fácil
Que pareça fácil e rápido
E vá representar uma ameaça de democratização
Do ensino de primeiro grau
E se esse mesmo deputado defender a adoção da pena capital
E o venerável cardeal disser que vê tanto espírito no feto
E nenhum no marginal
E se, ao furar o sinal, o velho sinal vermelho habitual
Notar um homem mijando na esquina da rua sobre um saco
Brilhante de lixo do Leblon
E ao ouvir o silêncio sorridente de São Paulo
Diante da chacina
111 presos indefesos, mas presos são quase todos pretos
Ou quase pretos, ou quase brancos quase pretos de tão pobres
E pobres são como podres e todos sabem como se tratam os pretos
E quando você for dar uma volta no Caribe
E quando for trepar sem camisinha
E apresentar sua participação inteligente no bloqueio a Cuba
Pense no Haiti, reze pelo
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui" (Caetano Veloso)

15 de jan. de 2016

18 de dez. de 2015

Amado mais
Chorado mais
Arriscado mais e até errado mais
Feito o que eu queria fazer
Aceitado as pessoas como elas são

Complicado menos
Trabalhado menos
Me importado menos com problemas pequenos
Morrido de amor
Aceitado a vida como ela é

O acaso há de me proteger enquanto eu andar distraído

14 de jul. de 2015

Não mais


Escrevo para rasgar o linho grosseiro do vazio.
Sou irmã das mágoas, das águas sou pária.
Não apura o coração o lento pulsar das folhas sob a chuva.
Como compreender a ausência de sentido?
A água parada só para,
a água que corre só corre.
Donde motivos?
Contempla a natureza,
 estende olhos sem medo para a insignificância das coisas mais eternas
que tecem razões pestanejantes para nossos lábios,
infindas para o escuro universo que se expande,
a ignorar nossos tremores...

6 de ago. de 2014

O fim do amor


O que se perde não tornará.
Apenas saudade rota.
Depois, nem saudade mais.
Inexistiu.
Nunca houve.
Cinza apagada do cigarro que não se fumou,
e mesmo assim veio o vento … levou …
O que fica?
Não fica nada.
Apenas a moldura à espera do retrato novo.

4 de abr. de 2014

Alguns passados jamais terminam. Apoderam-se do tempo, cavalgam-lhe a crina - e são então um só, desarvorados num galope estanque...

13 de jan. de 2014

19 de dez. de 2013

Sim, porque é natal

Se existe algo que aprendi com minha muito amada mãe foi sobre a generosidade. Quem conhecer Dona Judite razoavelmente entenderá sobre o que estou falando.

A generosidade, na imensa maioria das vezes, é confundida pelas pessoas com a ausência de força, do que não se trata. A generosidade, de fato, possui muito maior relação com uma compreensão sobre o que não somos realmente. E há algo que realmente não somos : seres que não necessitam uns dos outros. Necessitamos, e necessitamos prá valer. Somos seres que se precisam, se completam, se conjugam, e nesta hora mesmo a gramática se perde...

Esses pensamentos me reportam ao Paulo Coelho, este autor tão amaldiçoado. Eu mesma, confesso, anos atrás sucumbi à pressão dos comentários (e, sim, o Paulo tem defeitos), mas em um de seus livros (O Zafir, salvo engano), ele fala sobre a “rede de favores”. Que seria justamente esta ideia de que não fazemos o bem senão a nós mesmos quando nos movemos com generosidade em direção ao outro. Fazemos hoje, mas voltará depois.

Se estou indo longe demais podem avisar, mas o fato é que este conceito me recorda um ensinamento ainda mais distante: o “dar a outra face”. O “dar a outra face” é importante e faz bem! Por mais estranho que aparente.

Então, e porque é natal (sim, por que não?), que isso faça sentido. Mas faça sentido o ano todo!

Feliz natal, pessoas!

28 de nov. de 2013

Resíduo


... e parte o tempo que restara,
desfaz-se a relutante cinza,
e fica a sombra do sorriso que nossa face não conteve,
que vira voz e verso breve,
redemoinho de canção que passa
e segue...
...e que porque não principia não se finda...
...e mesmo a areia esquece...

27 de nov. de 2013

Porque a poesia renasce todo dia






FELIZ, INSUPORTAVELMENTE


Para Mario Benedetti, hermano


Aos poucos a luz perde o resplendor.
O rio sabe a sangue, e ninguém sabe.
É a derradeira chance de me ver
pela primeira vez inteiro: cara a cara.
Simplificar prefiro. Por que hesito
em revelar as águas escuras
que me percorrem, essas onde moram
peixes cinzentos, surdos, que me sabem?
Dizer me basta que não cometi
o pecado pior do homem:
o de não ser feliz (O juízo é de Borges,
que era cego, mas descobriu a rosa
escondida no coração da moça.)
Vi o fundo de um lago de esmeraldas.
Eu fui feliz, insuportavelmente.
As desgraças que duras me feriram
nada foram (contando a de existir)
ao lado dos milagres que vivi,
dos mágicos momentos que inventei.
Não é preciso ir longe. Numa noite
de ardente primavera eu viajei,
abraçado aos cabelos desvairados
que me ensinavam o cântico dos cânticos,
pelo mar dos espaços siderais.
Voltei intacto. Parece que passaram
eternidades.
Sozinho agora sou: perante mim,
ou entre mim e a noite que me chama,
espaço em que mal cabe o que escondi.
E mais de meio século de festa,
de lágrimas, de assombro, de ternura,
inútil se resume na fagulha
fugaz do tempo em que meu ser total,
resíduo de memórias, já se adere
— imperceptível —
ao silêncio noturno da floresta.


(THIAGO DE MELLO)

5 de set. de 2013

Prá dormir bem. E zen. Boa noite


31 de ago. de 2013

Reflexos de uma tarde gris

Algumas pessoas vêm ao mundo, vocês olha suas fotos (fotos são tão fáceis nesses dias!), são tão perfeitas, naturais, simples, puras! Somos nós os antinaturais. Os que desejam desvirtuar a harmonia. Os cujos sonhos maculam as noites. Os inquietos da vigília. Aqueles, os outros, permanecem em suas redomas de fantasias e cores. Que direito temos nós de tirá-los de lá? Quebrar o vidro? Nenhum. Deixa eles lá.

6 de jun. de 2013

23 de mai. de 2013

1 de mai. de 2013

Sitemeter morreu. Acho que depois de quase um mês dá para dizer que é oficial.

12 de abr. de 2013

Hoje

Sentimento bom de força que nunca seca. Paz na alma. Essas coisas, se aproveita.





"Se inventar é o meu destino,
invento e invento-me."
(Lêdo Ivo)

21 de mar. de 2013

A tristeza? A gente não deixa chegar perto. Isso aí.

12 de mar. de 2013

Felicidades, cidades!




(12 de março - Aniversário de Recife e Olinda)

9 de mar. de 2013

5 de mar. de 2013

Vício

Estar aqui
prá não estar consigo,
é sempre isso.
Adentra a solidão do vício,
pula o precipício,
no abismo
vai se encontrar.

26 de fev. de 2013

A possibilidade de recomeçar, é o que há de mais interessante na vida. Recomeçar o dia, a tarefa, a dieta, a viagem, o projeto, a relação, a carreira, ou a própria vida.

E o fato é que é mera questão de atitude. E de perder a vergonha também.

14 de fev. de 2013

Sensação de invisibilidade... Hummm...



Enfim... Pedra que rola não cria limo.

7 de fev. de 2013




Não, eu não prefiro.

6 de fev. de 2013

Dança aí que é carnaval e vale qualquer ritmo!

A pílula do esquecimento, cadê? Esqueci onde coloquei.

3 de fev. de 2013

Música do Pará




Aí impossível não lembrar da Fafá.




Eu ia postar um vídeo antigo, mas ela se apresenta muito melhor agora...

30 de jan. de 2013

A que tô ouvindo é essa. Eu adoro o estalar dos dedos.

Esta dor não é sua, é minha. Quem me entende é ela, quem a entende sou eu. Esta dor esbraveja, eu grito. Lutamos sem regras e sem precipício. No fim estrebucham as duas, eu de cá, ela de lá. Ninguém venceu, mas estancou.

27 de jan. de 2013

‎"De tudo, ficaram três coisas: a certeza de que ele estava sempre começando, a certeza de que era preciso continuar e a certeza de que seria interrompido antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sono uma ponte, da procura um encontro."

- Fernando Sabino; "O Encontro Marcado"

Um dia triste esse 27 de janeiro.

9 de jan. de 2013

Invulnerável.
É isso que precisamos ser
o dia todo
todos os dias
sempre.
Que há descrença, desesperança, desânimo, tristeza, tudo isso há.
Mas que importa?
São apenas elementos com os quais conviver, sabendo que não há o que temer.
Porque água e óleo não se misturam.


28 de nov. de 2012

Não é que começa mesmo? Digo, recomeça...

Da safra dos velhos clichês aquela frase que a gente cansou de ouvir, da qual nos esforçamos por esquecer quando eles, os 40, vão chegando: a vida começa aos 40.

O mais incrível é que depois de um tempo, depois da passagem, do marco, começa-se a compreender que é a pura verdade. Assim como fica muito mais fácil dizê-la.

A vida começa aos 40, mas começa de novo. Digo desta maneira por ser no mínimo uma imensa sacanagem com os primeiros anos de vida desconsiderá-los tanto. Então o que eu reformularia no ditado? O verbo. A vida recomeça aos 40.

Depois de alguns apuros impossíveis de evitar, vem a aceitação desta nova realidade: você não é mais jovem. Não é "você não é mais tão jovem". É "você não é mais jovem", mesmo. Sem choramingas. Sei que os de 60, 70 (excluí os de 50, estará isto certo? Será que muda muito? ) dirão "mas ela não sabe de nada". Deixemos contudo este adendo para daqui a duas décadas. O fato é: você não é mais jovem. Precisa de óculos para ler. Finalmente cedeu e comprou meias de pressão, que decerto usará diariamente, sob pena de sofrer dessa aflição das pernas que não te abandona jamais. Ah, e a velha dificuldade de perder peso? Triplica... Esta com certeza é a pior parte da ladainha...

Tudo isso, mas... e daí?

Os amigos da seus filhos já são do seu tamanho e ainda te chamam de tia. De senhora? Te chamam faz um tempo. Foi estranho no começo, depois ficou normal. Nada mudou em você, salvo os óculos, o peso... Aquele medo continua igual, as suas paixões se mantém, a mania por canções, os vícios e defeitos todos, você continua você. Não há nada que a faça sentir-se uma senhora, uma tia, mas ... o que fazer sobre os outros? Nada - esta palavra impraticável antes dos 40. Fazer nada sobre os outros. Os outros são os outros. A parte boa sobre fazer 40 anos é que você começa a compreender exatamente que você é você. O que os demais pensam sobre você passa a conter infinita irrelevância de uma pena. De um biscoito esquecido no prato. Algo que pode ser expresso com esta simplicidade: que se danem - não pagam suas contas. Sendo a recíproca verdadeira: que me dane eu sobre os fatos alheios, não pago contas alheias.

É tão bom. (E você esperou tanto por este momento, o de ser uma árvore velha, por que debateu-se tanto?)

É um resgate de um momento bem anterior, e que você perdera. Você esqueceu. Agora, lembrou. Você tinha se perdido, mas se reencontrou.

Naquele momento anterior, contudo, sua fala não tinha legitimidade alguma. Não tinha poder, não era escutada. Era apenas uma crença pessoal, mas distraída, tão distraída, podia tanto se perder que se perdeu. Tão diferente da certeza de então.

Não que tudo esteja perfeito. Por exemplo, seus filhos. As coisas continuam as mesmas, apenas aos 40 você se convence da impossibilidade de convencê-los sobre esta verdade irrefutável (sim, aos 40 pode-se afirmar sem medo que há verdades irrefutáveis, ainda que elas não existam): você sabe mais que eles. Sabe mais não por inteligência, mas por experiência. Vai levar alguns anos para que compreendam isto, você sabe muito bem. Por experiência própria.

Superados todos os momentos quem-sou-para-onde-vou-porque-eu vem a melhor das perdas: a perda da vergonha. Da vergonha de demonstrar que nem sempre se está bem. De dizer muitas das coisas que pensa. E de poder responder: "olha, eu estou errada e vou continuar assim, algum problema?" Os 40 anos te dão esta possibilidade, é um convite tentador demais, jamais fora ofertado a sua pessoa de forma tão descomprometida. A única - que é também melhor - alternativa é aceitá-lo.

12 de out. de 2012

Aquela sensação forte: muita coisa errada.

Aquele momento em que você olha atrás e tem certeza: eita porra, me perdi.

E pensa: tem que dar tempo.

1 de out. de 2012

É hoje





O dia da nossa melhor invenção!


1 de outubro - Dia Internacional da Música

26 de set. de 2012

Tenho um fraco por essa...





Bom dia!

19 de set. de 2012

Solidão:
cão que rosna.
Melhor passar a mão até aprender:
"amiga, amiga".

18 de set. de 2012

Barrada no baile

Sou do tempo em que se comentava nos blogs e não existiam leitores convidados, eram todos convidados. Meio triste que seja barrada hoje em dia em alguns blogs que eu visitava sem precisar pedir senha. É no mínimo esquisito pedir permissão para ler um blog, peço não. Outros tempos, fazer o quê.

15 de set. de 2012

Acordei pensando isso: que o segredo da vida talvez seja nunca permitir que a vaidade supere a coerência. É isso aí.

11 de set. de 2012

Qual a pior maneira de se aprender a amar algo, alguém ou algum lugar?

Sendo obrigado a isto.

Qual a melhor maneira de se aprender a amar algo, alguém ou algum lugar?

Não tenho resposta para as duas primeiras indagações, mas talvez tenha descoberto para a última.

A melhor maneira de se aprender a amar uma cidade é de manhã cedo.

De manhã cedo as pessoas e seus barulhos ainda não se aproriaram da cidade, estando tudo ainda no início. Então é possível perceber-se, como ainda não se fizera: que os bem-te-vis também estão lá, que "alguém cantando longe, longe" pode ser ouvido. Dá ainda para escutar o bater das asas dos pombos, mesmo do outro lado da rua, e também a frase da canção do Roberto no rasgar do automóvel no asfalto "mas sou feliz assim porque um dia eu pude ...".

Algumas pessoas falam que só se conhece verdadeiramente uma cidade quando se anda por ela naqueles locais que apenas seus nativos ocupam e em que apenas eles transitam. Não posso discordar. Também concordemos contudo que conhecer não é sinônimo de amar.

Por isso este conselho. A cidade que você não ama, apenas pede isso, perceba. Acorda mais cedo, só um dia, e esteja a seu dispor naquele momento em que ela é apenas ela, e não aquilo que dela fazem os homens.

E se possível, não seja obrigado a amá-la. Ajuda um bocado. Também não ter outra cidade no coração é uma excelente ideia - mas isso já é pauta para outra conversa.

Bom dia!

Quando a gente tem alguns posts semi-concluídos, faltando muito pouco para publicar, a gente faz o que?

A gente arruma um tempinho e termina né?

23 de ago. de 2012

Dia de versões novas para músicas antigas









Porque mudar é bom e o mundo é bom Sebastião.

25 de jul. de 2012

Nova Safra





Renato Godá. Anotem o nome.

13 de jul. de 2012

A gente é feito prá caber no mar

Quando você se reconhece na vida como alguém que definitivamente nasceu para ser feliz, quando você perde todas as suas dúvidas sobre isto, alguma providência precisa ser tomada para concluir a tristeza.

Ser feliz é opção, ou atitude, se preferir. Falta de alegria é hábito sim. Quando você prefere amarrar sua alegria a presença de alguém, ou a ganhar todo o dinheiro que pode o mundo oferecer, ou a alcançar aquele objetivo inatingível... Alguns dirão, isso é determinação! Mas é tão fácil confundir determinação com obsessão...

Tudo que é preciso é respirar. Tudo que é preciso é ser feliz a cada minuto e momento, soltando o ar, para dentro, para fora.

A mente quieta, a espinha ereta, o coração tranquilo.

A gente esquece as lições que nasceu sabendo. As lições são seres eternos, com asas abertas sobre nós... Só nos basta erguer os braços, alcança-las e voar para sempre junto a elas.

6 de jul. de 2012

Jeneci, seu lindo

Um surto básico numa noite de sexta-feira, com Marcelo Jeneci e Roberto.










Deve ser muita boa a sensação deste Jeneci que agora,com sucesso, pode se dar ao luxo de desafinar no palco e deixar todo mundo assim mesmo encantado, rsrsrs

12 de abr. de 2012

Mamunia




"Na próxima vez que vê nuvens de chuva em LA
Não reclame, está chovendo para você e para mim"


Começando a ficar louca com essa ideia de ver o show do Paul...

PS: Mamunia é árabe, significa "abrigo seguro"

20 de mar. de 2012

Saudade faz falta #fato

15 de fev. de 2012

Último Regresso?




É,eu já gostei mais de carnaval. Talvez hoje em dia goste muito mais simbolicamente, como gosto de suas canções, que são seus retratos, como essa música, que mergulha tão fundo no coração, só de saudade da terrinha...

Eita, que o título não seja uma premonição, quáquáráquáquá...

27 de jan. de 2012

Parou por quê?

Ouço essa deles, que desconhecia, do excelente disco Ventura, e me pergunto porque o Los Hermanos acabou...







A historinha da canção foi contada no sempre bom Pensar enlouquece, pense nisso. Historinhas de canções são sempre maravilhosas para o apreciador de canções (que é o que sou, no fim das contas), porque a gente sempre se pergunta: de onde veio essa, de que recôndito ermo recanto a tirou o autor?

26 de jan. de 2012

Quem sois vós?

Quem é você que me lê? Digo, nos últimos tempos, nem lê, só ouve mesmo musiquinha. Mas as músicas expressam muito.









Juro que morro de curiosidade!

30 de dez. de 2011

2012 prá bipolares ou não, música prá todos os sabores!

Pro teu momento maníaco, prá acalmar...





Pro teu momento deprimidinho!





E prá todo mundo, afinal, não enquadrados nas categorias acima!




FELIZ ANO NOVO!!!!

17 de dez. de 2011

6 de dez. de 2011

Em busca do vídeo perdido Ê demais da noite (natal)

Peço perdão aos parcos leitores desta que vos escreve pelo links de vídeo do Youtube removidos. É tudo culpa da minha preguiça de organizar minha conta no dito cujo site. Mas vocês devem estar acostumados a minha falta-de-vergonha-na-cara


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Depois que falaram do espírito natalino lá no Facebook, tive uma ideia relacionada a um objetivo - dos mais remotos, adiante-se - que me leva a manter este blog : o de ser um diário que possa a me ser útil em alguma análise futura da minha biografia. Daí fui fazer um levantamento breve e concluí: faz dois anos que não falo da chegada do espírito natalino por aqui - o que era típico nos dezembros anteriores, desde que o Maio existe. Por que isso, né?

Então me ocorreu a seguinte máxima, que postei parcialmente no Face, e achei tão legal que está aqui: espírito de natal é algo inversamente proporcional à idade e à distância dos seus.

É a única forma que encontro para explicar o meu desinteresse cada vez mais gradual por essa data.

Estou parando de acreditar em papai noel, meeeeeeeeeeeeeeesssmo, após 40 anos de vida. Sou normal?

26 de nov. de 2011

A mais bonita




Saudades desse cara!

16 de nov. de 2011

Outra

Aproveitando o bem-estar!





"Eu sou primeiro,
Eu sou mais leve,
Eu sou mais eu
Do mesmo modo como é verdadeiro
O diamante que você me deu.
"
(Caetano Veloso)

Prá botar prá subir!

11 de nov. de 2011

Uma grande cantora

A gente reconhece quando alguém veio prá ficar por mais que 15 minutos.





Show.




Difícil escolher 3 melhores. Sinceramente. É tudo muito bom.





E o hit. Arrasante.


Não poderia faltar o comentário óbvio. Gorda? Ela é linda!

4 de nov. de 2011

Um desabafo

Tem amigo safado quem pode.

31 de out. de 2011

Lembrando meu vô, no #diadrummond

A hora do cansaço


As coisas que amamos,
as pessoas que amamos
são eternas até certo ponto.
Duram o infinito variável
no limite de nosso poder
de respirar a eternidade.

Pensá-las é pensar que não acabam nunca,
dar-lhes moldura de granito.
De outra matéria se tornam, absoluta,
numa outra (maior) realidade.

Começam a esmaecer quando nos cansamos,
e todos nos cansamos, por um ou outro itinerário,
de aspirar a resina do eterno.
Já não pretendemos que sejam imperecíveis.
Restituímos cada ser e coisa à condição precária,
rebaixamos o amor ao estado de utilidade.

Do sonho de eterno fica esse gozo acre
na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar. (CDA)



29 de out. de 2011

Mais um

Em homenagem a Ana Laura, que nem bem eu acabara de postar o teste do livro, postou no Facebook esse do Fernando Pessoa. Aí eu não resisti...


Que poema de Fernando Pessoa você é?



Apontamento, Álvaro de Campos


A minha alma partiu-se como um vaso vazio.
Caiu pela escada excessivamente abaixo.
Caiu das mãos da criada descuidada.
Caiu, fez-se em mais pedaços do que havia loiça no vaso.

Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.
Sou um espalhamento de cacos sobre um capacho por sacudir.

Fiz barulho na queda como um vaso que se partia.
Os deuses que há debruçam-se do parapeito da escada.
E fitam os cacos que a criada deles fez de mim.

Não se zanguem com ela.
São tolerantes com ela.
O que era eu um vaso vazio?

Olham os cacos absurdamente conscientes,
Mas conscientes de si mesmo, não conscientes deles.
Olham e sorriem.
Sorriem tolerantes à criada involuntária.

Alastra a grande escadaria atapetada de estrelas.
Um caco brilha, virado do exterior lustroso, entre os astros.
A minha obra? A minha alma principal? A minha vida?
Um caco.
E os deuses olham-o especialmente, pois não sabem por que ficou ali.

Que livro nacional você é?

No #DiadoLivro, faz aí: Que livro você é?

O que achei mais legal aqui foi não apenas o teste, mas o fato de haver me indicado um livro que eu nunca leria. Parabéns a quem o criou!


Eu sou...





Descolado, objetivo e realista. Cult. Você deve se sentir mais à vontade longe de shoppings, da TV e de qualquer coisa que grite “cultura de massa”. Nada de meias palavras: a elas, você prefere o silêncio. Você não vê o mundo através de lentes cor-de-rosa, muito pelo contrário. Procura ver o mundo como ele é, entendê-lo, senti-lo. Às vezes, bate até aquele sentimento de exclusão, ou de solidão. Mas é o preço que se paga por ser um pouco "marginal". Não se preocupe, pois você atrai a admiração de pessoas como você: modernas no melhor sentido da palavra.
Em "O vampiro de Curitiba" (1965), Nelsinho protagoniza uma variedade de contos, nos quais ele busca satisfazer sua obsessão sexual vagando pelas ruas de Curitiba - paralelamente, esta cidade de contrastes se revela ao leitor. A temática e a forma já denunciam: este não é um livro para qualquer um. Tem que ter cabeça aberta para enfrentar a linguagem nua e crua de Trevisan, que é reverenciado pelo leitor capaz de driblar velhos ranços burgueses.

9 de out. de 2011

Dia de limpeza

Dando uma ordenada na lista de blogs amigos. Tava mais que precisando, considerando que nem lembro a quantos anos não faço isso...

Estranho como tanta gente agora só abre seu conteúdo para convidados. Me parece bem avesso ao ritmo atual do cyberespaço - a privacidade é cada vez mais uma exceção. Talvez seja até uma reação natural. Enfim, cada um com seu qual, cada macaco no seu quadrado - é assim que deve ser. De alguns gostaria de me manter assinante, mas este já é outro departamento, para outra bat-hora e outro bat-local. Quem quiser me mande convite, que atualizo a lista.

Uma sensação forte que percebo ainda é: um blogueiro de verdade dificilmente vai deixar de ser. Assim, a maior parte dos blogs que acompanho a tantos anos continua lá, firme e forte, alguns bem atualizados, outros nao. Você o abandona às vezes, mantendo-o apenas a pão e água, unicamente para que você mesmo e outros continuem a saber que ele ainda existe, ainda que ninguém te leia. Contudo, um fato do qual não resta dúvida alguma para mim hoje é: blog, quando espelho do dono, não dá para apagar, como não dá para tirar o reflexo do espelho!

Boa noite de domingo, e uma ótima semana pros passantes!

8 de out. de 2011

Música é que nem borboleta

Siapaixonando por esse tal de Marcelo Jeneci.







Essa é ainda melhor.







Se não aguentar, corra.







A MPB tá salva, o cara do Youtube tá certo.

7 de out. de 2011

Hope - Emily Dickinson

Ouvi no rádio - traduzida. Adorei. Para guardar.



Hope is the thing with feathers
That perches in the soul,
And sings the tune without the words,
And never stops at all,

And sweetest in the gale is heard;
And sore must be the storm
That could abash the little bird
That kept so many warm.

I've heard it in the chillest land,
And on the strangest sea;
Yet, never, in extremity,
It asked a crumb of me.


- Emily Dickinson





Esperança é a coisa com penas
Que se empoleira na alma
E canta um som sem palavras
E nunca, mas nunca, pára,

E mais doce é ouvida no vendaval;
E dura precisa ser a tempestade
Que poderia desanimar o passarinho
Que mantém aquecidos a tantos.

Já o ouvi nas terras mais geladas
E nos mares mais estranhos,
Entretanto nunca, mesmo no desespero,
Ele pediu uma migalha a mim.



Musiquinha de novela




Linda...

Muito anos 50, né?

3 de out. de 2011

Selecionado...

... o poeminha abaixo no 2o TOC140 POESIA NO TWITTER.



VARANDA

O mar entrou com o céu
na sala vazia
e ficou por ali.
Não saiu nunca mais.




Feliz!

30 de set. de 2011

As melhores do Renato

Parece cocaína, mas é só tristeza.

Mentir prá si mesmo é sempre a pior mentira.

Quando se aprende a amar,o mundo passa a ser seu.

Disciplina é liberdade, compaixão é fortaleza, ter bondade é ter coragem.

Sei que faço isso pra esquecer: eu deixo a onda me acertar e o vento vai levando tudo embora.

É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã.

Quem me dera ao menos uma vez, como a mais bela tribo, dos mais belos índios, não ser atacado por ser inocente.

Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão?

Descompasso, desperdício, herdeiros são agora da virtude que perdemos

Quando o sol bater na janela do teu quarto, lembra e vê que o caminho é um só.

Tudo é dor, e toda dor vem do desejo de não sentirmos dor.

Destes dias tão estranhos fica a poeira se escondendo pelos cantos

Esse é o nosso mundo: o que é demais nunca é o bastante e a primeira vez é sempre a última chance.

Já entregamos o alvo e a artilharia, comparamos nossas vidas e esperamos que um dia
nossas vidas possam se encontrar.

E de pensar nisso tudo, eu, homem feito, tive medo e não consegui dormir





Frases soltas do Renato Russo. Deu saudade. Culpa do Rock in Rio. Salve, poeta primeiro da minha geração. Depois vem o Cazuza.

15 de set. de 2011

Dúvida cruel

Em que década mesmo começou a ser considerado ridículo ser romântico? Foi nos anos 90? Esqueci...


5 de set. de 2011

Todo poema tem sua semente no sentir ou na ideia? Não sei dizer. Mudo tanto e tão constantemente, que os ritos da palavra tornam-se nebulosos... Assim, de onde vem os poemas? Não vem dos acontecimentos, disse o poeta. Vem do momento translúcido que se vislumbra, estende-se a palma e lá brilha ele, mas tão fugaz... Como um sonho brando, tão difícil de recordar na manhã que segue... Súbito entre uma inspiração e uma expiração teu olho fixa o vazio ao longe... Ele reina tão sombrio naquela paisagem, árdua a visão estreita-se em busca... Pronto, se não o captura, passou...




Fonte



"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.

Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?"
(CDA)

4 de set. de 2011

Estou com saudades da Marisa Monte

Assistindo uma entrevista no Jô com o Arnaldo Antunes, imediatamente me lembrei de quem? Da Marisa Monte, lógico. E cheguei a conclusão de que estou com saudades dela. Gente, por onde anda a Marisa Monte? Mande notícias, Marisa.

Prá relembrar aqueles shows memoráveis.




Marisa Monte - Volte Para O Seu Lar/Borboleta por EMI_Music



Prá matar.



7 de ago. de 2011

O Chico

Descobrir uma nova canção do Chico é sempre uma emoção das melhores.

3 de ago. de 2011

Lord Henry Wotton* em várias versões

Qual você prefere?



Colin Firth - 2009





George Saunders - 1945




Dúvida imbecil, né?


*Lord Henry Wotton - aqui

23 de jul. de 2011

Agora não dá mais tempo

É tempo de ganhar tempo. Pouco não, só serve bastante. E a qualquer tempo.

Tomemos um exemplo antigo. Um conselho materno esquecido, mas às vezes recordado, de formas de combate da insônia quase matinal: o leite morno. Você está na cozinha, a xícara já em sua sua mão, olha para o armário onde se encontra a chaleira, olha para o fogão, olha para o micro-ondas. Existe alguma dúvida a ser solvida?

Você não necessita ficar em pé diante da máquina para aguardar seu leitinho. Ela vai apitar para você, e você a escutará onde quer que esteja dentro de casa, às vezes fora. Sim, concordo, há chaleiras que apitam, mas senhores, estamos em tempos instantâneos, tudo aqui é instantâneo, inclusive o leite de soja em pó que é, agora, o único possível de consumo a seu organismo intolerante (porque o corpo fala, e este conceito é velho e antiquado, mas deixemos isto para outras linhas, se der tempo).

Você decide, contudo, num impulso nostálgico, recordar sua mãe. Lá vai ao armário, apanha a chaleira, cinza, cinza, coitada, abandonada pela empregada – bem diferente do micro-ondas branquinho - e espera. E espera. E espera. “Será que o gás está muto baixo”, você pensa, e examina a chama azul.

Até que surge a primeira bolha minúscula na superfície plácida de alumínio. É necessário ainda aguardar mais um pouco até... até que você recorda, o leite é morno! Felicidade intensa. Ainda dá tempo de escrever um pouco.

Mas foi só uma pequena vitória, acredite.

O tempo é um senhor muito hábil. Um competidor invencível, eis um fato, ainda que noite alta. Sem dúvida alguma, uma de suas melhores armas é a capacidade de ser um exagerado anfitrião, o melhor. Neste item, ele nunca perdoa. Sempre vai te servir os convidados mais interessantes, os drinks mais coloridos nos mais altos copos, os acepipes mais luxuriantes. Esqueça em definitivo a remota possibilidade de que, num lapso caridoso, o tempo resolva te ajudar a vencê-lo. Isso não vai acontecer. Não pondere contra ele, é seu melhor adversário.

Por essas e outras, a única medida que resta providenciar nestas horas é esquecer coisas como aquela próxima mini-crônica, ocorrida na mente enquanto você pensava em leitinho, gás e micro-ondas. Aquela, que você ia começar assim: o tempo é o pai da tecnologia. Pois bem, agora não dá mais tempo, fica pra próxima noitada. Aliás uma boa dica para ela, sabe qual é? Usar o micro-ondas. Com hífen, assim mesmo.

15 de jul. de 2011

Da noite

O olhar abaixo, chão.
O olhar acima: canção.

13 de jul. de 2011

Relembrando The Big Band Theory

Da Hora

Voltei. Será que alguém acreditava que isto não ia acontecer?


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Muito provavelmente voltei tão somente porque o Twitter está me parecendo chatinho. Ou talvez porque a novela das onze (novo horário) é muito boa e, afinal, preciso dizer isso a alguém!

Ou não, como diria o Caetano, o Luciano, enfim...

Ou somente porque "os seres humanos desejam ser enganados"...

Na verdade quero que o Maio se transforme em algo um pouco diferente, só não sei muito bem se vai acontecer mesmo...

6 de jun. de 2011

Da manhã que nasceu...

... saiu um dia um poeminha.



O poema insone

A noite estanque silencia: dorme.
Mas a alma não esquece
e o poema cisma até a manhãzinha.

22 de mai. de 2011

Recadinho

Pelo menos para dizer isso à minha amada meia dúzia de leitores eu volto aqui, em pa-la-vras, e não imagens: estou tomando vergonha na cara e jogando os vídeos postados numa conta de Youtube. Gente, eu não sou um caso perdido. Eu vos garanto.

(E esta é possivelmente uma inconsciente estratégia de retorno ao blog e/ou resolução sobre sua futura existência, pré-40 anos. Imaginem minha mente como um ser com pernas e pensante(:0), a me impor um ultimato: vamos lá, criança, ou dá ou desce com esse blog...)


Beijinhos.

Relembrando

25 de abr. de 2011

Mundo moderno

Notícia ruim não chega rápido.

Exceções não confirmam regras.

Pais enterram filhos.

Agora sei como entender o mundo moderno. É só subverter tudo que se aprendeu nos últimos 40 anos.

19 de abr. de 2011

23 de jan. de 2011

22 de jan. de 2011

Lídia Brondi

Vocês conhecem essas pessoas?





O casal L, para mim, da televisão brasileira dos anos 80/90. Lauro Corona & Lídia Brondi. Ambos desaparecidos, cada qual a seu modo. O Lauro foi pro céu dos galãs, a Lídia virou psicóloga e esposa do Cássio Gabus Mendes, e também, salvo engano, adoeceu. A gente fica imaginando que só mesmo algo muito intenso na vida interior de alguém pode afastá-lo de uma carreira bem sucedida como foi a dessa atriz. Fantasias de fã...


Ah, que saudades...





Tudo isso por conta do canal Viva e sua reapresentação de Vale Tudo... Prá recordar um dos sorrisos mais bonitos que já apareceram na telinha...


Bem que procurei uma cena decente da Suzy e Paulo de Final Feliz no Youtube, mas nada... Faiou... Vai uma fotinha, portanto.


9 de jan. de 2011

Eu já tô com o pé nessa estrada, qualquer dia a gente se vê

No exato momento mo exato instante
Em que nós mergulhamos
É preciso entender
Que não estamos somente matando
Nossa fome na paixão
Pois o suor que escorre, não seca, não morre
E não pode e nem deve nunca ser em vão
São memórias de doce e de sal
Nosso bem, nosso mal
Gotas de recordação
E é importante que nos conheçamos a fundo
E saibamos quanto nos necessitamos
Pois eis aqui o fim o começo
A dor e a alegria, eis a noite, eis o dia
É a primeira vez, é de novo, outra vez
Sem ser novamente
É o passado somado ao presente
Colorindo o futuro que tanto buscamos
Por favor, compreendamos que é o
Princípio de tudo
Batendo com força em nossos corações
E é importante que nós dois saibamos
Que a vida está mais que nunca em nossas mãos
E assim nessa hora devemos despir
O que seja vaidade, o que seja orgulho
E do modo mais franco de ser
Vamos juntos no nosso mergulho


(Mergulho, Gonzaguinha)

6 de jan. de 2011

Rápidas

Tenho perguntas tão óbvias sobre certos temas que não me resta dúvida alguma sobre minha completa ignorância sobre tudo e um pouco mais. Por exemplo, se eu contratei um serviço internet 3G de 3GB, e consumi 9MB, me restam (3GB - 9MB), é isto? Hahahahaha. Essa conta eu sei fazer, mas é isto?

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Ainda não vi HP7 - parte 1, acreditem.


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Não sei mais escrever em mais de 144 caracteres, vocês percebem, certo? Este post é puro fruto de certa crise de abstinência twitteriana, claro. De qualquer maneira não precisar resumir os textos é sempre muito bom. Distrair o pensamento com frases longas também é sempre uma paisagem.

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Sou eu mesma que vos escreve, acreditem.

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Estive pensando porque escrevo tão pouco ultimamente. Não é falta de tempo, ou foco no estudo (infelizmente), ou só culpa do twitter (ando usando pouco), ou só por ter enjoado. É culpa da terapia, sim senhor, que abandonei, mas fiz por alguns meses, claro. Palmas para mim. Beijos para vocês.

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Falar em foco, lhes desejo foco no novo ano, e a mim, também, me desejem. Ando precisada. E felicidades. Isto aí é só para o caso de eu demorar a aparecer, mas não que isso só venha a acontecer ano que vem...

1 de jan. de 2011

2011 chegou aqui também.

Sempre beijos a vocês.