30 de jan de 2008

Carnaval 2008

Céus, até aqui as tradições.

Maio,26 sem carnaval não é Maio,26, então "voilá".

Em 2007 houve um lindo post. "É um mar de fantasias da mente os frevos que cantamos no carnaval..." Ulalá. Frevo realmente me emociona com seus metais...

Podiam gravar apenas os instrumentais dos frevos famosos (gosto de selecionar os metais mentalmente, é dos poucos instrumentais que realmente gosto de ouvir). Bobagem. É só comprar cds das orquestras de frevo, como da Spok Frevo Orquestra. Das melhores. Não deixa a dever a nada que possa haver da música da melhor qualidade já criada pela raça humana.

Em 2006 foi a imagem que predominou no meu carnaval. A pedidos. Não brinquei (razões delicadas), mas ele esteve aqui.

Em 2005 não houve, não recordo porque. Mas só não teve aqui, porque sempre tem carnaval todo ano em minha vida (salvo 2006). Até em mais este ano estranho que começa. Eu digo: tem, tem, tem. Aí tem. Tem que ter. "Vai ter que dar, vai ter que dar" (a velha insistência - nesta hora entre até samba).

A Mangueira vai de Pernambuco e Frevo? Ok, este ano não sou Beija Flor. Sou pseudo-torcedora, pois a uns 20 anos não assisto um desfile.

Ô post inútil este...

Vão a porra, melancolias súbitas e desregradas, que os clarins vão tocar.

Assim...




"Se você chegasse, morena
Sem abrir a porta
Sem tocar no trinco
Dando cambalhotas no ar
E trouxesse a vida
Na ponta dos dedos
E a felicidade
Sem nenhum segredo
Se cantasse um samba
E dançasse um frevo
E na primeira troça, morena
Me desse um beijo"
(A Misteriosa - Alceu Valença)


Vão prá esbórnia, colegas, que é bom e faz bem nesse mundo-lêlê sem vez nem voz.

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