21 de ago. de 2011
7 de ago. de 2011
3 de ago. de 2011
Lord Henry Wotton* em várias versões
Qual você prefere?

Colin Firth - 2009

George Saunders - 1945
Dúvida imbecil, né?
*Lord Henry Wotton - aqui

Colin Firth - 2009

George Saunders - 1945
Dúvida imbecil, né?
*Lord Henry Wotton - aqui
23 de jul. de 2011
Agora não dá mais tempo
É tempo de ganhar tempo. Pouco não, só serve bastante. E a qualquer tempo.
Tomemos um exemplo antigo. Um conselho materno esquecido, mas às vezes recordado, de formas de combate da insônia quase matinal: o leite morno. Você está na cozinha, a xícara já em sua sua mão, olha para o armário onde se encontra a chaleira, olha para o fogão, olha para o micro-ondas. Existe alguma dúvida a ser solvida?
Você não necessita ficar em pé diante da máquina para aguardar seu leitinho. Ela vai apitar para você, e você a escutará onde quer que esteja dentro de casa, às vezes fora. Sim, concordo, há chaleiras que apitam, mas senhores, estamos em tempos instantâneos, tudo aqui é instantâneo, inclusive o leite de soja em pó que é, agora, o único possível de consumo a seu organismo intolerante (porque o corpo fala, e este conceito é velho e antiquado, mas deixemos isto para outras linhas, se der tempo).
Você decide, contudo, num impulso nostálgico, recordar sua mãe. Lá vai ao armário, apanha a chaleira, cinza, cinza, coitada, abandonada pela empregada – bem diferente do micro-ondas branquinho - e espera. E espera. E espera. “Será que o gás está muto baixo”, você pensa, e examina a chama azul.
Até que surge a primeira bolha minúscula na superfície plácida de alumínio. É necessário ainda aguardar mais um pouco até... até que você recorda, o leite é morno! Felicidade intensa. Ainda dá tempo de escrever um pouco.
Mas foi só uma pequena vitória, acredite.
O tempo é um senhor muito hábil. Um competidor invencível, eis um fato, ainda que noite alta. Sem dúvida alguma, uma de suas melhores armas é a capacidade de ser um exagerado anfitrião, o melhor. Neste item, ele nunca perdoa. Sempre vai te servir os convidados mais interessantes, os drinks mais coloridos nos mais altos copos, os acepipes mais luxuriantes. Esqueça em definitivo a remota possibilidade de que, num lapso caridoso, o tempo resolva te ajudar a vencê-lo. Isso não vai acontecer. Não pondere contra ele, é seu melhor adversário.
Por essas e outras, a única medida que resta providenciar nestas horas é esquecer coisas como aquela próxima mini-crônica, ocorrida na mente enquanto você pensava em leitinho, gás e micro-ondas. Aquela, que você ia começar assim: o tempo é o pai da tecnologia. Pois bem, agora não dá mais tempo, fica pra próxima noitada. Aliás uma boa dica para ela, sabe qual é? Usar o micro-ondas. Com hífen, assim mesmo.
Tomemos um exemplo antigo. Um conselho materno esquecido, mas às vezes recordado, de formas de combate da insônia quase matinal: o leite morno. Você está na cozinha, a xícara já em sua sua mão, olha para o armário onde se encontra a chaleira, olha para o fogão, olha para o micro-ondas. Existe alguma dúvida a ser solvida?
Você não necessita ficar em pé diante da máquina para aguardar seu leitinho. Ela vai apitar para você, e você a escutará onde quer que esteja dentro de casa, às vezes fora. Sim, concordo, há chaleiras que apitam, mas senhores, estamos em tempos instantâneos, tudo aqui é instantâneo, inclusive o leite de soja em pó que é, agora, o único possível de consumo a seu organismo intolerante (porque o corpo fala, e este conceito é velho e antiquado, mas deixemos isto para outras linhas, se der tempo).
Você decide, contudo, num impulso nostálgico, recordar sua mãe. Lá vai ao armário, apanha a chaleira, cinza, cinza, coitada, abandonada pela empregada – bem diferente do micro-ondas branquinho - e espera. E espera. E espera. “Será que o gás está muto baixo”, você pensa, e examina a chama azul.
Até que surge a primeira bolha minúscula na superfície plácida de alumínio. É necessário ainda aguardar mais um pouco até... até que você recorda, o leite é morno! Felicidade intensa. Ainda dá tempo de escrever um pouco.
Mas foi só uma pequena vitória, acredite.
O tempo é um senhor muito hábil. Um competidor invencível, eis um fato, ainda que noite alta. Sem dúvida alguma, uma de suas melhores armas é a capacidade de ser um exagerado anfitrião, o melhor. Neste item, ele nunca perdoa. Sempre vai te servir os convidados mais interessantes, os drinks mais coloridos nos mais altos copos, os acepipes mais luxuriantes. Esqueça em definitivo a remota possibilidade de que, num lapso caridoso, o tempo resolva te ajudar a vencê-lo. Isso não vai acontecer. Não pondere contra ele, é seu melhor adversário.
Por essas e outras, a única medida que resta providenciar nestas horas é esquecer coisas como aquela próxima mini-crônica, ocorrida na mente enquanto você pensava em leitinho, gás e micro-ondas. Aquela, que você ia começar assim: o tempo é o pai da tecnologia. Pois bem, agora não dá mais tempo, fica pra próxima noitada. Aliás uma boa dica para ela, sabe qual é? Usar o micro-ondas. Com hífen, assim mesmo.
15 de jul. de 2011
13 de jul. de 2011
Da Hora
Voltei. Será que alguém acreditava que isto não ia acontecer?
--------------
Muito provavelmente voltei tão somente porque o Twitter está me parecendo chatinho. Ou talvez porque a novela das onze (novo horário) é muito boa e, afinal, preciso dizer isso a alguém!
Ou não, como diria o Caetano, o Luciano, enfim...
Ou somente porque "os seres humanos desejam ser enganados"...
Na verdade quero que o Maio se transforme em algo um pouco diferente, só não sei muito bem se vai acontecer mesmo...
--------------
Muito provavelmente voltei tão somente porque o Twitter está me parecendo chatinho. Ou talvez porque a novela das onze (novo horário) é muito boa e, afinal, preciso dizer isso a alguém!
Ou não, como diria o Caetano, o Luciano, enfim...
Ou somente porque "os seres humanos desejam ser enganados"...
Na verdade quero que o Maio se transforme em algo um pouco diferente, só não sei muito bem se vai acontecer mesmo...
6 de jun. de 2011
Da manhã que nasceu...
... saiu um dia um poeminha.
O poema insone
A noite estanque silencia: dorme.
Mas a alma não esquece
e o poema cisma até a manhãzinha.
O poema insone
A noite estanque silencia: dorme.
Mas a alma não esquece
e o poema cisma até a manhãzinha.
22 de mai. de 2011
Recadinho
Pelo menos para dizer isso à minha amada meia dúzia de leitores eu volto aqui, em pa-la-vras, e não imagens: estou tomando vergonha na cara e jogando os vídeos postados numa conta de Youtube. Gente, eu não sou um caso perdido. Eu vos garanto.
(E esta é possivelmente uma inconsciente estratégia de retorno ao blog e/ou resolução sobre sua futura existência, pré-40 anos. Imaginem minha mente como um ser com pernas e pensante(:0), a me impor um ultimato: vamos lá, criança, ou dá ou desce com esse blog...)
Beijinhos.
(E esta é possivelmente uma inconsciente estratégia de retorno ao blog e/ou resolução sobre sua futura existência, pré-40 anos. Imaginem minha mente como um ser com pernas e pensante(:0), a me impor um ultimato: vamos lá, criança, ou dá ou desce com esse blog...)
Beijinhos.
25 de abr. de 2011
Mundo moderno
Notícia ruim não chega rápido.
Exceções não confirmam regras.
Pais enterram filhos.
Agora sei como entender o mundo moderno. É só subverter tudo que se aprendeu nos últimos 40 anos.
Exceções não confirmam regras.
Pais enterram filhos.
Agora sei como entender o mundo moderno. É só subverter tudo que se aprendeu nos últimos 40 anos.
19 de abr. de 2011
23 de jan. de 2011
22 de jan. de 2011
Lídia Brondi
Vocês conhecem essas pessoas?

O casal L, para mim, da televisão brasileira dos anos 80/90. Lauro Corona & Lídia Brondi. Ambos desaparecidos, cada qual a seu modo. O Lauro foi pro céu dos galãs, a Lídia virou psicóloga e esposa do Cássio Gabus Mendes, e também, salvo engano, adoeceu. A gente fica imaginando que só mesmo algo muito intenso na vida interior de alguém pode afastá-lo de uma carreira bem sucedida como foi a dessa atriz. Fantasias de fã...
Ah, que saudades...

Tudo isso por conta do canal Viva e sua reapresentação de Vale Tudo... Prá recordar um dos sorrisos mais bonitos que já apareceram na telinha...
Bem que procurei uma cena decente da Suzy e Paulo de Final Feliz no Youtube, mas nada... Faiou... Vai uma fotinha, portanto.

O casal L, para mim, da televisão brasileira dos anos 80/90. Lauro Corona & Lídia Brondi. Ambos desaparecidos, cada qual a seu modo. O Lauro foi pro céu dos galãs, a Lídia virou psicóloga e esposa do Cássio Gabus Mendes, e também, salvo engano, adoeceu. A gente fica imaginando que só mesmo algo muito intenso na vida interior de alguém pode afastá-lo de uma carreira bem sucedida como foi a dessa atriz. Fantasias de fã...
Ah, que saudades...

Tudo isso por conta do canal Viva e sua reapresentação de Vale Tudo... Prá recordar um dos sorrisos mais bonitos que já apareceram na telinha...
Bem que procurei uma cena decente da Suzy e Paulo de Final Feliz no Youtube, mas nada... Faiou... Vai uma fotinha, portanto.
9 de jan. de 2011
Eu já tô com o pé nessa estrada, qualquer dia a gente se vê
No exato momento mo exato instante
Em que nós mergulhamos
É preciso entender
Que não estamos somente matando
Nossa fome na paixão
Pois o suor que escorre, não seca, não morre
E não pode e nem deve nunca ser em vão
São memórias de doce e de sal
Nosso bem, nosso mal
Gotas de recordação
E é importante que nos conheçamos a fundo
E saibamos quanto nos necessitamos
Pois eis aqui o fim o começo
A dor e a alegria, eis a noite, eis o dia
É a primeira vez, é de novo, outra vez
Sem ser novamente
É o passado somado ao presente
Colorindo o futuro que tanto buscamos
Por favor, compreendamos que é o
Princípio de tudo
Batendo com força em nossos corações
E é importante que nós dois saibamos
Que a vida está mais que nunca em nossas mãos
E assim nessa hora devemos despir
O que seja vaidade, o que seja orgulho
E do modo mais franco de ser
Vamos juntos no nosso mergulho
(Mergulho, Gonzaguinha)
Em que nós mergulhamos
É preciso entender
Que não estamos somente matando
Nossa fome na paixão
Pois o suor que escorre, não seca, não morre
E não pode e nem deve nunca ser em vão
São memórias de doce e de sal
Nosso bem, nosso mal
Gotas de recordação
E é importante que nos conheçamos a fundo
E saibamos quanto nos necessitamos
Pois eis aqui o fim o começo
A dor e a alegria, eis a noite, eis o dia
É a primeira vez, é de novo, outra vez
Sem ser novamente
É o passado somado ao presente
Colorindo o futuro que tanto buscamos
Por favor, compreendamos que é o
Princípio de tudo
Batendo com força em nossos corações
E é importante que nós dois saibamos
Que a vida está mais que nunca em nossas mãos
E assim nessa hora devemos despir
O que seja vaidade, o que seja orgulho
E do modo mais franco de ser
Vamos juntos no nosso mergulho
(Mergulho, Gonzaguinha)
6 de jan. de 2011
Rápidas
Tenho perguntas tão óbvias sobre certos temas que não me resta dúvida alguma sobre minha completa ignorância sobre tudo e um pouco mais. Por exemplo, se eu contratei um serviço internet 3G de 3GB, e consumi 9MB, me restam (3GB - 9MB), é isto? Hahahahaha. Essa conta eu sei fazer, mas é isto?
-------------------
Ainda não vi HP7 - parte 1, acreditem.
-------------------
Não sei mais escrever em mais de 144 caracteres, vocês percebem, certo? Este post é puro fruto de certa crise de abstinência twitteriana, claro. De qualquer maneira não precisar resumir os textos é sempre muito bom. Distrair o pensamento com frases longas também é sempre uma paisagem.
-------------------
Sou eu mesma que vos escreve, acreditem.
-------------------
Estive pensando porque escrevo tão pouco ultimamente. Não é falta de tempo, ou foco no estudo (infelizmente), ou só culpa do twitter (ando usando pouco), ou só por ter enjoado. É culpa da terapia, sim senhor, que abandonei, mas fiz por alguns meses, claro. Palmas para mim. Beijos para vocês.
-------------------
Falar em foco, lhes desejo foco no novo ano, e a mim, também, me desejem. Ando precisada. E felicidades. Isto aí é só para o caso de eu demorar a aparecer, mas não que isso só venha a acontecer ano que vem...
-------------------
Ainda não vi HP7 - parte 1, acreditem.
-------------------
Não sei mais escrever em mais de 144 caracteres, vocês percebem, certo? Este post é puro fruto de certa crise de abstinência twitteriana, claro. De qualquer maneira não precisar resumir os textos é sempre muito bom. Distrair o pensamento com frases longas também é sempre uma paisagem.
-------------------
Sou eu mesma que vos escreve, acreditem.
-------------------
Estive pensando porque escrevo tão pouco ultimamente. Não é falta de tempo, ou foco no estudo (infelizmente), ou só culpa do twitter (ando usando pouco), ou só por ter enjoado. É culpa da terapia, sim senhor, que abandonei, mas fiz por alguns meses, claro. Palmas para mim. Beijos para vocês.
-------------------
Falar em foco, lhes desejo foco no novo ano, e a mim, também, me desejem. Ando precisada. E felicidades. Isto aí é só para o caso de eu demorar a aparecer, mas não que isso só venha a acontecer ano que vem...
1 de jan. de 2011
27 de out. de 2010
Um novo vício
Paixões são ótimas sempre. O melhor: no começo.
Aumente a tela e assista hipnoticamente.
Agora a versão completa.
Aumente a tela e assista hipnoticamente.
Agora a versão completa.
9 de out. de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)
