25 de jul. de 2012

Nova Safra





Renato Godá. Anotem o nome.

13 de jul. de 2012

A gente é feito prá caber no mar

Quando você se reconhece na vida como alguém que definitivamente nasceu para ser feliz, quando você perde todas as suas dúvidas sobre isto, alguma providência precisa ser tomada para concluir a tristeza.

Ser feliz é opção, ou atitude, se preferir. Falta de alegria é hábito sim. Quando você prefere amarrar sua alegria a presença de alguém, ou a ganhar todo o dinheiro que pode o mundo oferecer, ou a alcançar aquele objetivo inatingível... Alguns dirão, isso é determinação! Mas é tão fácil confundir determinação com obsessão...

Tudo que é preciso é respirar. Tudo que é preciso é ser feliz a cada minuto e momento, soltando o ar, para dentro, para fora.

A mente quieta, a espinha ereta, o coração tranquilo.

A gente esquece as lições que nasceu sabendo. As lições são seres eternos, com asas abertas sobre nós... Só nos basta erguer os braços, alcança-las e voar para sempre junto a elas.

6 de jul. de 2012

Jeneci, seu lindo

Um surto básico numa noite de sexta-feira, com Marcelo Jeneci e Roberto.










Deve ser muita boa a sensação deste Jeneci que agora,com sucesso, pode se dar ao luxo de desafinar no palco e deixar todo mundo assim mesmo encantado, rsrsrs

12 de abr. de 2012

Mamunia




"Na próxima vez que vê nuvens de chuva em LA
Não reclame, está chovendo para você e para mim"


Começando a ficar louca com essa ideia de ver o show do Paul...

PS: Mamunia é árabe, significa "abrigo seguro"

20 de mar. de 2012

Saudade faz falta #fato

15 de fev. de 2012

Último Regresso?




É,eu já gostei mais de carnaval. Talvez hoje em dia goste muito mais simbolicamente, como gosto de suas canções, que são seus retratos, como essa música, que mergulha tão fundo no coração, só de saudade da terrinha...

Eita, que o título não seja uma premonição, quáquáráquáquá...

27 de jan. de 2012

Parou por quê?

Ouço essa deles, que desconhecia, do excelente disco Ventura, e me pergunto porque o Los Hermanos acabou...







A historinha da canção foi contada no sempre bom Pensar enlouquece, pense nisso. Historinhas de canções são sempre maravilhosas para o apreciador de canções (que é o que sou, no fim das contas), porque a gente sempre se pergunta: de onde veio essa, de que recôndito ermo recanto a tirou o autor?

26 de jan. de 2012

Quem sois vós?

Quem é você que me lê? Digo, nos últimos tempos, nem lê, só ouve mesmo musiquinha. Mas as músicas expressam muito.









Juro que morro de curiosidade!

30 de dez. de 2011

2012 prá bipolares ou não, música prá todos os sabores!

Pro teu momento maníaco, prá acalmar...





Pro teu momento deprimidinho!





E prá todo mundo, afinal, não enquadrados nas categorias acima!




FELIZ ANO NOVO!!!!

17 de dez. de 2011

6 de dez. de 2011

Em busca do vídeo perdido Ê demais da noite (natal)

Peço perdão aos parcos leitores desta que vos escreve pelo links de vídeo do Youtube removidos. É tudo culpa da minha preguiça de organizar minha conta no dito cujo site. Mas vocês devem estar acostumados a minha falta-de-vergonha-na-cara


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Depois que falaram do espírito natalino lá no Facebook, tive uma ideia relacionada a um objetivo - dos mais remotos, adiante-se - que me leva a manter este blog : o de ser um diário que possa a me ser útil em alguma análise futura da minha biografia. Daí fui fazer um levantamento breve e concluí: faz dois anos que não falo da chegada do espírito natalino por aqui - o que era típico nos dezembros anteriores, desde que o Maio existe. Por que isso, né?

Então me ocorreu a seguinte máxima, que postei parcialmente no Face, e achei tão legal que está aqui: espírito de natal é algo inversamente proporcional à idade e à distância dos seus.

É a única forma que encontro para explicar o meu desinteresse cada vez mais gradual por essa data.

Estou parando de acreditar em papai noel, meeeeeeeeeeeeeeesssmo, após 40 anos de vida. Sou normal?

26 de nov. de 2011

A mais bonita




Saudades desse cara!

16 de nov. de 2011

Outra

Aproveitando o bem-estar!





"Eu sou primeiro,
Eu sou mais leve,
Eu sou mais eu
Do mesmo modo como é verdadeiro
O diamante que você me deu.
"
(Caetano Veloso)

Prá botar prá subir!

11 de nov. de 2011

Uma grande cantora

A gente reconhece quando alguém veio prá ficar por mais que 15 minutos.





Show.




Difícil escolher 3 melhores. Sinceramente. É tudo muito bom.





E o hit. Arrasante.


Não poderia faltar o comentário óbvio. Gorda? Ela é linda!

4 de nov. de 2011

Um desabafo

Tem amigo safado quem pode.

31 de out. de 2011

Lembrando meu vô, no #diadrummond

A hora do cansaço


As coisas que amamos,
as pessoas que amamos
são eternas até certo ponto.
Duram o infinito variável
no limite de nosso poder
de respirar a eternidade.

Pensá-las é pensar que não acabam nunca,
dar-lhes moldura de granito.
De outra matéria se tornam, absoluta,
numa outra (maior) realidade.

Começam a esmaecer quando nos cansamos,
e todos nos cansamos, por um ou outro itinerário,
de aspirar a resina do eterno.
Já não pretendemos que sejam imperecíveis.
Restituímos cada ser e coisa à condição precária,
rebaixamos o amor ao estado de utilidade.

Do sonho de eterno fica esse gozo acre
na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar. (CDA)



29 de out. de 2011

Mais um

Em homenagem a Ana Laura, que nem bem eu acabara de postar o teste do livro, postou no Facebook esse do Fernando Pessoa. Aí eu não resisti...


Que poema de Fernando Pessoa você é?



Apontamento, Álvaro de Campos


“A minha alma partiu-se como um vaso vazio.
Caiu pela escada excessivamente abaixo.
Caiu das mãos da criada descuidada.
Caiu, fez-se em mais pedaços do que havia loiça no vaso.

Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.
Sou um espalhamento de cacos sobre um capacho por sacudir.

Fiz barulho na queda como um vaso que se partia.
Os deuses que há debruçam-se do parapeito da escada.
E fitam os cacos que a criada deles fez de mim.

Não se zanguem com ela.
São tolerantes com ela.
O que era eu um vaso vazio?

Olham os cacos absurdamente conscientes,
Mas conscientes de si mesmo, não conscientes deles.
Olham e sorriem.
Sorriem tolerantes à criada involuntária.

Alastra a grande escadaria atapetada de estrelas.
Um caco brilha, virado do exterior lustroso, entre os astros.
A minha obra? A minha alma principal? A minha vida?
Um caco.
E os deuses olham-o especialmente, pois não sabem por que ficou ali.