"NÃO TE TOQUE a noite nem o ar nem a aurora, só a terra, a virtude dos cachos, as maçãs que crescem ouvindo a água pura, o barro e as resinas de teu país fragrante.
Desde Quinchamalí onde fizeram teus olhos aos teus pés criados para mim na Fronteira és a greda escura que conheço: em teus quadris toco de novo todo o trigo.
Talvez tu não saibas, araucana, que quando antes de amar-te me esqueci de teus beijos meu coração ficou recordando tua boca
e fui como um ferido pelas ruas até que compreendi que havia encontrado amor, meu território de beijos e vulcões." (Pablo Neruda)
Eu devo ser muuuuuuuuuuuito brasileira, no sentido de que não desiste nunca. Ok, ok, apenas pensando alto, com meu único botão.
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Este é apenas mais um post sem sentido de uma declarada twitteira mal-educada. Então, antes que esqueça, tudo bem com vocês? É que me deu saudade. Sempre me dá saudade. A saudade é uma estrada longa, senhores.
Você nunca mais será o mesmo depois dele. Por isso, se puder, nem chegue perto. Salvo se todo tempo do mundo estiver a seu dispor, então, pode preparar o dicionário de asneiras e digitar as letrinhas mágicas t-w-...
Porque tem a velocidade do pensamento, para os bipolares retraídos representa o êxtase. Imagine, poder expressar-se sem olhar nos olhos, falar com todos e com ninguém? Supremo.
O twitter me faz recordar também um imenso chat. Lembra o chat? Pois o twitter é um chatão, só que mais fácil. Qualquer alusão ao adjetivo contudo é mera coincidência, pois de chato o twitter nada tem, muitíssimo pelo contrário. Twitter, diversão é teu nome. Já viu alguma droga chata? Não tem.
Para não dizer que apenas há bobagens no twitter, informo-lhes que há também informação, mas representa, digamos, 10% em um universo composto por 90% de coisinhas engraçadas, malucas, safadas e sem sentido também. Obviamente terás que procurar, como em tudo na internet.
Enfim, já me alonguei demais por aqui. Este blog é passado, mas eu volto. 190 new tweets me esperam, que fazer... Acompanhem. Me segue, que eu te sigo (mentira, não é esta a política desta casa).
A leitura dos comments estará prejudicada por esses dias, visto que o haloscan resolveu cobrar-me pelo serviço. Até findar a monografia, não mexo aqui. É por uma boa causa.
Pessoas: divulgando o Projeto Enchentes, organizado por twitteiros como a @cristalk e o @ikegalli, reunindo informações numa "malha digital que servirá como suporte à áreas atingidas. Na prática, o site terá mapas (do Google Maps) das áreas atingidas, das áreas de risco e também de lugares seguros e abrigos. O site também funcionará como centralizador de notícias de jornais e também de relatos enviados pelos próprios usuários sobre os acontecimentos. A ferramenta terá os contatos dos órgãos públicos que podem ajudar: defesa civil, bombeiros, hospitais. E, por fim, terá uma seção de doação e voluntariado – a idéia é, inclusive, fazer um rastreamento desse tipo de ajuda para evitar desvios e desperdícios."
Em algum parênteses do cyberespaço (Twitter, Orkut, afins...) li na data de hoje : a felicidade nada mais é do que boa saúde e memória fraca. Variantes, após algumas buscas: a falta de memória é um atalho para a felicidade. Concordei com tudo. Mas a teoria me levou a uma conclusão tétrica, incorreta e confusa, além de imprópria ao horário. Que seria: o passado é necessariamente infeliz. Somos todos infelizes, pois que apenas esquecendo é possível a felicidade. *Suspiro*, como diria a Lu.
Ou seja, somos a geração da depressão.
Eu, hein. Hoje não, violão.
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Na contrapartida, "e-vem" Seu Jôka com o lindo poema: "Tente a lógica. Mas se ela falhar, tente a magia". Isso ultimamente não funciona bem comigo (pois é prerrogativa tão somente da juventude, me parece, que as tolices se convertam em maravilhas), mas é bem bonito, e o belo, há que se apreciar...
Sinceramente, a tempo não sentia tanta vontade de escrever um post como esse que vai agora.
Afinal, o Twitter tem que servir pr'alugma coisa... De lá me chegou a notícia dos 25 anos de morte do Júlio Barroso, que infelizmente eu não sabia quem era (agora eu sei, Nelson Motta). Já o Gang 90 e as absurdetes, aí são outros quinhentos...
Claro que você sabe quem foi o Gang 90, embora a princípio pareça que não... Espere.
A minha paixão, primeiro, foi assim. Veja bem. Contextualizando no tempo(!), conheci mesmo em 81, mas a paixão não começou aí. 1981, tinha 10 anos(!) e, sim, eu lembro de Perdidos na Selva no Festival da Globo (afe!). Recordo perfeitamente como ficamos todos meio espantados com a letra sui generis (new wave?), aquilo era coisa para tocar em festival? "Que coragem, não vão ganhar nada, coitados", pensamos... De fato...
A paixão só fulminou mesmo em 83. 12 anos. Eu não lembro da novela, diga-se de passagem. Nem lembrava que era tema da abertura! E que era com Fábio Júnior e Glória Pires, que eram, como é público e notório, "o casal", ok? Nem pensar. (A quem interessar possa no Youtube tem vários links referentes a novela, inclusive com cenas do lindo Lauro Corona, para matar saudades).
Ah, mas Nosso Louco Amor deve ter sido umas melhores coisas que eu primeiramente ouvi na vida, sem sombra de dúvida. Aquilo grudou como chiclete em meu cérebro, coração e pele, devia ser um inferno para os que andavam perto. E, confesso, até hoje me dá um frisson... A melhor parte era aquela que ninguém entende direito "nosso louco amor é mais que um jogo de dados/um amor pirado/assustado". Bom, essa é a minha versão...
O mais estranho disso tudo é que estas pessoas parecem que realmente sumiram, desapareceram, entraram em algum buraco negro e nunca mais...
Aniway, salve, salve, finado Júlio Barroso, prazer em conhecer. Gang 90, Absurdetes, vocês são especiais, colegas... E eu nem vou falar de Ó, meu amor, isso é amor.
... é contribuir com o fim mais próximo do planeta usar este produto para "regeneração capilar" (não, meu cabelo não está caindo...) em cujo rótulo consta "enxague abundantemente"? E tome-lhe água. Cinco minutos de água corrente pós-banho. Afinal, a "coisa" tem cheiro de óleo de cozinha (já me arrependi. A opinião é apenas minha, mas sim, o cheiro é de óleo de cozinha).
Imagine, metade da populaçao é feminina, a indústria de cabelos é das mais poderosas, estamos acabando com o planeta, ó céus...
Acordei tão ecológica hoje... Fútil também... A felicidade deve ser fútil... E este cheiro sairá de meu cabelo, Deus é pai afinal...